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Secretário de VG diz que DNIT cancela visita de retratação e acusa engenheiro de faltar com a verdade

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Nesta segunda-feira (08/07), a instalação de placas de sinalização na Avenida Júlio Campos, em Várzea Grande, tornou-se novamente foco de debate. O secretário de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, Breno Gomes, gravou um vídeo no local da rotatória, acompanhado pelo subsecretário Cidomar Arruda, alegando que o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) faltou com a verdade ao afirmar que as placas foram colocadas pelo município.

Breno explicou: “Voltamos às polêmicas das placas instaladas pelo DNIT. Marcamos com o superintendente Marcelo para estarmos às 9h aqui no local onde ocorreu essa turbulência. Infelizmente, eles marcaram que viriam, iriam se retratar e não apareceram. Ligaram hoje (08/07) dizendo que não poderiam vir.”

No vídeo, Breno também comparou as placas instaladas pela prefeitura com as do DNIT, destacando que “as placas instaladas pela prefeitura são de ferro e as do DNIT são de plástico, um material diferente do nosso.” Ele acrescentou que o engenheiro Marcelo, do DNIT, faltou com a verdade e a responsabilidade ao afirmar que as placas foram colocadas pelo município. “Não foi o município, o município retirou. Então estamos aqui mostrando e resolvendo esse questionamento da população de Várzea Grande. E a população teve todo direito de reclamar porque houve um erro do DNIT”, concluiu o secretário.

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O subsecretário Cidomar Arruda, que já ocupou o cargo de coordenador de trânsito, também participou do vídeo e explicou que a secretaria realizará um estudo técnico no cruzamento para resolver a questão da convergência nos próximos meses.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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