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Sede do MT Saúde é ponto de coleta do projeto Lunaar

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O MT Saúde (Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores do Estado) é o mais novo parceiro do projeto Lunaar (Luta e União de Amigos para Animais em Risco), associação que realiza ações de amparo aos animais que vivem na rua.

Servidores, beneficiários do convênio e comunidade em geral podem descartar frascos vazios de desodorantes aerossol na sede do instituto, onde foi disponibilizada uma caixa para a coleta do material. O MT Saúde está localizado na Avenida das Flores, nº 941, Bairro Jardim Cuiabá, em Cuiabá.

“A responsabilidade social é algo muito importante para qualquer organização. Atento às necessidades sociais e buscando alternativas que contribuam com a sociedade como um todo, o MT Saúde passará a atuar mais fortemente para ajudar a promover mobilizações que contribuam para o bem comum”, afirmou a presidente do MT Saúde, Misma Thalita dos Anjos.

Projeto Lunaar

O projeto Lunaar arrecada recursos, dentre outras formas, vendendo os frascos de desodorantes para cooperativas de reciclagem. Com o dinheiro arrecadado são custeados o resgate, a alimentação e o acolhimento de cães e gatos em situação de abandono ou vítimas de maus-tratos, tanto na Capital como no interior de Mato Grosso. Após o tratamento, os animais ficam disponíveis para adoção.

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Além disso, a iniciativa também reflete na preservação do meio ambiente, pois evita que os frascos sejam descartados diretamente na natureza.

A associação conta com pouco mais de 100 pontos de coleta em todo o Estado e está aberta a novos parceiros da causa. Saiba mais sobre o projeto no site www.lunaar.org.br

Fonte: GOV MT

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TJMT concede essencialidade de maquinários agrícolas mesmo após término do período de blindagem 

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A Terceira Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, através de julgamento unanime, decidiu que a proteção de bens essenciais à atividade rural pode subsistir, mesmo após o término do chamado stay period — período de suspensão das ações e atos de expropriação previsto na Lei de Recuperação Judicial.

O julgamento ocorreu no âmbito de um agravo de instrumento envolvendo empresa Martelli Agroindustrial, em recuperação judicial com dívidas declaradas de R$ 244 milhões, e tratou da possibilidade de constrição de maquinários agrícolas indispensáveis à produção da safra 2025/2026.

Ao reformar decisão de primeiro grau, o TJMT reconheceu que o encerramento do stay period não retira automaticamente a competência do juízo da recuperação judicial para analisar a essencialidade dos bens e decidir sobre medidas constritivas.

Na prática, o Tribunal entendeu que a competência do juízo recuperacional permanece até o encerramento formal do processo e os bens essenciais à atividade econômica não podem ser retirados quando isso comprometer a continuidade da atividade.

A decisão também suspendeu medidas de busca e apreensão sobre tratores, colheitadeiras, plantadeiras e outros equipamentos considerados fundamentais para a manutenção da produção agrícola.

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O processo foi conduzido pela banca de advogados do Grupo ERS, que analisam a medida como “um avanço no entendimento que a análise da essencialidade dos bens deve priorizar a preservação da atividade econômica e ainda, reforça o papel da Assembleia Geral de Credores como espaço para deliberação sobre medidas que impactam diretamente o sucesso da recuperação”, explica a advogada, Ranielly Chagas.

Além disso, o entendimento sinaliza que medidas de execução individual devem ser analisadas com cautela quando houver risco de inviabilizar a atividade produtiva, mesmo em situações envolvendo créditos extraconcursais.

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