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Seduc e Fundação Getúlio Vargas promovem Encontro de Formadores em Cuiabá

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A Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) abriu, nesta quarta-feira (25/05), o I Enfor, encontro formativo para debater o Sistema Estruturado de Ensino e as possibilidades metodológicas, que efetivarão a implantação do Plano Estadual de Recomposição da Aprendizagem da rede pública do Estado.

O evento, que acontece durante dois dias em Cuiabá, reúne mais de 100 profissionais, entre coordenadores de formação e os formadores de língua portuguesa, matemática e tecnologias, que atuam nas 15 Diretorias Regionais de Educação (DREs).

O secretário Executivo da Seduc, Amauri Monge Fernandes, abriu o encontro ressaltando a importância da reunião, para a elevação da Educação em Mato Grosso. “Vocês são a peça fundamental para essa engrenagem funcionar e, hoje, a formação continuada é a tarefa mais importante aqui. Trouxemos o que há de melhor no Brasil, que é a Fundação Getúlio Vargas, porque valorizamos cada um de vocês e temos certeza de que estamos no caminho certo para melhorar o processo formativo lá na ponta, dentro da escola”, destacou.

O encontro está dividido em dois dias, sendo o primeiro com palestras sobre o Sistema Estruturado de Ensino e a criação de grupos de trabalho, organizados de acordo com os níveis educacionais.

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No segundo dia, os formadores irão se aprofundar no Plano Estadual de Recomposição da Aprendizagem, para então, participar de oficinas por componentes curriculares e, posteriormente, elaborar estratégias e planos de formação para conduzir a recomposição da aprendizagem dentro das unidades escolares.

O consultor educacional, Joseph Razouk Júnior, com mais de 35 anos de experiência na área de Educação, explanou sobre o Foco na Aprendizagem, frisando que o trabalho realizado em Mato Grosso é de primeira linha, pensado para preparar o estudante para a realidade do Século 21.

“Eu vejo, com muito bons olhos, o caminho que o Estado de Mato Grosso está pegando. A entrada de um Sistema Estruturado de Ensino é sim, para elevar a gestão da aprendizagem, gerando uma melhor gestão na sala de aula e melhores resultados, sobretudo para termos pessoas melhores na sociedade, profissionais mais qualificados e, também, felizes”, pontuou.

O ex-ministro da Educação e atual diretor de Políticas Educacionais da FGV, José Henrique Paim Fernandes, parceiro nesse processo de formação continuada, destacou a transformação que a atual gestão vem promovendo na educação.

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“Através desse processo, vamos garantir que o jovem possa trilhar um percurso que, lá na frente, irá garantir a sua emancipação e que essas crianças desenvolvam um pensamento crítico, transformando gradativamente a sociedade e tornando-se grandes profissionais nas mais diferentes áreas”.

A secretária Adjunta de Gestão Educacional da Seduc, Lélia Brun, frisou o propósito da secretaria, que é elevar a Educação do Estado e a importância da contribuição dos formadores para obter êxito.

“Ninguém faz nada sozinho. Acreditamos que, juntos, possamos fazer uma educação melhor. Nenhum projeto dá certo apenas por quem o idealiza, mas por quem também participa dele. Por isso, vocês são tão importantes neste processo”.

O evento segue na quinta-feira (26/06), totalizando 16 horas de uma formação presencial, mas, que seguirá de forma continuada no modo virtual. 

Fonte: GOV MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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