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Sem cobertura vacinal, carnaval e réveillon aumentam riscos de contágio da Covid: ‘Pandemia não acabou’, diz virologista

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A confirmação de cinco casos positivos da variante ômicron no Brasil trouxe à tona diversas discussões entre os especialistas. A realização de eventos para comemorar a virada do ano e o carnaval é uma delas.

Para o virologista Maurício Nogueira, da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (SP), a atual cobertura vacinal contra a Covid-19 é “razoável” para a realização festas individuais e pequenas.

Questionado sobre a ômicron, Maurício Nogueira afirma que, por enquanto, o que os especialistas sabem é que a nova variante tem um grande número de mutações, surgiu em algum lugar da África e possui uma capacidade muito grande se tornar predominante.

“O que nós não sabemos é se ela é mais transmissível. Parece que sim. Se ela escapa vacina? Não existe evidência nenhuma. Se ela causa casos mais grave? Também não tem evidência nenhuma. Então, calma. É apenas mais uma variante, por enquanto”, disse.

O virologista diz que a única “arma” que existe atualmente contra a Covid-19 é a vacina, e defende que a imunização precisa ser em nível coletivo.

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“A pandemia está próxima do fim, mas ainda não acabou. Ela só vai acabar quando estivermos com toda nossa população no Brasil vacinada, e também no mundo. Se não vacinarmos África, Índia e outros lugares de muita população, novas variantes vão surgir a todo momento. A vacina é fundamental. Mesmo que a vacina não interrompa totalmente a transmissão, ela diminui casos graves, o que é mais importante”, disse.

Dos cinco casos confirmados da nova variante no Brasil, três foram detectados em São Paulo e dois em Brasília. Nenhuma morte provocada pela ômicron tinha sido registrada até a tarde de sexta-feira (3), segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

FONTE/ REPOST: G1

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A Casa do Parque transforma Caravaggio em experiência imersiva

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Em tempos de consumo acelerado da imagem e de experiências culturais cada vez mais superficiais, um projeto criado em Cuiabá propõe o caminho inverso: desacelerar o olhar. No próximo dia 21 de maio às 20h, A Casa do Parque estreia O Banquete, encontro concebido para transformar a história da arte em experiência sensorial, intelectual e afetiva.

Fruto de uma parceria entre Flávia Salem, idealizadora da Casa do Parque e o professor de história da arte Rafael Branco, o encontro nasce com uma ambição rara no circuito cultural contemporâneo: formar público sem didatismo, aproximando grandes obras da arte universal de uma vivência estética real, atravessada por narrativa, música, vinho e atmosfera.

A primeira edição mergulha na obra de Michelangelo Merisi da Caravaggio (1571–1610), artista que revolucionou a pintura barroca ao aproximar o divino da carne, da sombra e do drama humano. Sua obra, marcada pelo contraste radical entre luz e escuridão, violência e beleza, segue contemporânea justamente por recusar idealizações.

“Mais do que falar sobre arte, queremos criar uma travessia pela obra. A Casa do Parque sempre acreditou que cultura também pode ser experiência viva, sensorial e emocional”, afirma Flávia Salem, idealizadora da Casa do Parque. “O Banquete nasce desse desejo de aproximar as pessoas da arte de uma forma menos acadêmica e mais humana, sem perder profundidade.”

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Ao longo da noite, Rafael Branco conduz o público por imagens, contextos históricos e interpretações que ajudam a compreender não apenas a técnica de Caravaggio, mas o impacto filosófico e simbólico de sua obra sobre o imaginário ocidental.

Mas a proposta evita o formato tradicional de palestra. Em vez disso, o público é convidado a ocupar uma experiência cuidadosamente construída para provocar percepção, escuta e contemplação.

A atmosfera da noite entre vinho, música e projeções dialoga diretamente com a ideia do banquete como ritual de encontro e partilha intelectual.

“Construímos uma noite para aproximar a história da arte do público, através de uma experiência sensorial mais ampla, em que imagem, som, sabor e cena são costuradas em uma mesma narrativa sobre universo de Caravaggio. Para além de apresentar sua obra, a proposta é criar uma vivência imersiva e inédita na cidade de Cuiabá, a partir de um dos grandes nomes do barroco italiano.”, observa Rafael Branco.

Com O Banquete, A Casa do Parque reforça um movimento que vem consolidando em Cuiabá: o de criar experiências culturais autorais, sofisticadas e voltadas à formação de público.

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Nessa noite apenas o bar da Casa estará em funcionamento, não havendo serviço gastronômico.

Serviço:
O BANQUETE
21 de maio, às 20h
A Casa do Parque
Ingresso social: R$ 150 + 1 litro de leite longa vida
Informações e ingressos: 98116-8083
Lugares limitados.

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