MATO GROSSO
Sema-MT combate extração ilegal de minérios no Norte de Mato Grosso
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A operação ocorreu nos municípios de Colíder, Carlinda e Paranaíta, entre os dias 19 e 21 de setembro, com base em alertas remotos de monitoramento por satélite, na investigação feita pela Superintendência de Fiscalização da Sema-MT, bem como por meio de denúncias formalizadas pelo canal da ouvidoria da Pasta.
Durante a fiscalização foram realizadas autuações nos empreendimentos que operavam sem Licença de Operação para a atividade de extração mineral e embargados àqueles que operavam de forma irregular, os quais foram multados e tiveram os maquinários apreendidos.
Ao todo foram apreendidas quatro máquinas escavadeiras e oito motores estacionários. Os equipamentos foram destinados para as Prefeituras de Colíder e de Paranaíta, como fiéis depositárias.
A Operação Amazônia foi deflagrada em março deste ano pelo Governo de Mato Grosso, que colocou 200 servidores em campo e equipes de monitoramento remoto para promover a responsabilização de infratores contra crimes ambientais.
Canal de denúncia
A Sema-MT atende denúncias da população contra crimes ambientais e pescas predatórias no telefone 0800 065 3838, pelo e-mail ouvidoria@sema.mt.gov.br, pelo WhatsApp (65) 99321-9997 e em suas Unidades Regionais.
Quem se deparar com algum crime ambiental também pode denunciar por meio do contato da Polícia Militar -190.
Fonte: Governo MT – MT
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0