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Sema-MT e PM apreendem 236 kg de pescado ilegal, armas de fogo e carne de animal silvestre

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Operações realizadas pela equipe de Fiscalização de Fauna da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), neste fim de semana (23 e 24.09), apreenderam 236 kg de pescado ilegal e resultaram na aplicação de R$ 48,6 mil em multas. Também foram apreendidas três armas de fogo e mais de 11 quilos de carne de animal silvestres. As ações ocorreram nos municípios de Canarana, Barão de Melgaço, Santo Antônio de Leverger e Gaúcha do Norte.

Em Canarana foram apreendidos 72,4 kg de pescados, sem a documentação de origem, com um grupo de pescadores amadores, durante fiscalização realizada no Rio Culuene, em conjunto com a 2ª Companhia Independente de Polícia Militar de Proteção Ambiental. O pescado apreendido foi doado ao Conselho Comunitário de Segurança (Conseg) do município e o pescador que se identificou como proprietário dos peixes foi multado em R$ 17.240,00.

A carteira de pesca é obrigatória para pescadores amadores. O documento pode ser emitido no site da Sema-MT.

Já na comunidade de Estirão Comprido, na região de Barão de Melgaço, em patrulhamento terrestre e com o apoio da 3ª Companhia Independente de Polícia Militar (3ª CIPM), a equipe de fiscalização encontrou, em uma caminhonete Chevrolet S10, 163,6 kg de pescados descaracterizados, sem a cabeça e sem documentação comprobatória.

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O proprietário do veículo foi multado em R$ 31.360,00 por infração ambiental e teve o carro apreendido e encaminhado a Sema-MT. O pescado foi doado para a Associação de Espinha Bífida de Mato Grosso (AEB-MT), bem como para a Associação de Amigos da Criança com Câncer (AACC).

Já em abordagem realizada em Santo Antônio de Leverger foram apreendidos 11,5 kg de carne de animal silvestre, aparentemente de cervo, e uma arma do tipo espingarda calibre 22. A ação contou com o apoio da 3ª CIPM do município.

Por sua vez, em Gaúcha do Norte, foram apreendidos um revólver calibre 38 e uma espingarda calibre 28. Ambas apreensões ocorreram em conjunto com a 2ª Companhia Independente de Polícia Militar de Proteção Ambiental e com apoio da Guarnição de Polícia Militar de Gaúcha do Norte.

Canal de denúncia

A Sema-MT atende denúncias da população contra crimes ambientais e pescas predatórias pela Ouvidoria, no telefone 0800 065 3838, pelo e-mail ouvidoria@sema.mt.gov.br, pelo WhatsApp (65) 99321-9997 e em suas Unidades Regionais.

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Quem se deparar com algum crime ambiental também pode denunciar por meio do contato da Polícia Militar -190.

Fonte: Governo MT – MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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