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Sema-MT faz visita técnica ao Inpe para discutir monitoramento do desmatamento

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Representantes da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) se reuniram com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e o Ministério Público do Estado (MPMT) para trocar informações e experiências acerca do monitoramento do desmatamento realizado por satélites por ambos os órgãos. 

Durante dois dias de agenda em São Paulo, entre  17 e 18 de fevereiro, a Sema apresentou o monitoramento feito em todo o território estadual por meio de satélites Planet de alta resolução, e análises recentes dos dados feitas pela equipe técnica do órgão. Em Mato Grosso, essas informações são utilizadas para aprimorar a fiscalização de crimes ambientais, a regularização ambiental dos imóveis rurais e o licenciamento ambiental. 

O Inpe  mostrou detalhes da concepção e metodologia da operação dos sistemas de monitoramento do desmatamento dos projetos de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes) e Sistema de Detecção de Desmatamentos em Tempo Real (Deter).

Novos encontros devem acontecer nos próximos meses com o objetivo de compartilhar informações das ações em campo dos órgãos envolvidos. 

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“Firmamos o compromisso de realizar novas missões conjuntas para continuar o aprimoramento das ações de monitoramento e fiscalização. O envolvimento e integração de diversos órgãos é necessário para aprimorar o processo de monitoramento e combate ao desmatamento ilegal”, avalia a secretária de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso, Mauren Lazzaretti. 

Os dados do Inpe de alertas de desmate são os oficiais do País. Conforme dados do Inpe/Deter, no último semestre, de agosto de 2021 a janeiro de 2022, a redução de alertas em MT foi de 22%, em comparação com o mesmo período do ano anterior. 

Também participaram da agenda o secretário Executivo de Meio Ambiente, Alex Marega, o coordenador de Geoprocessamento e Monitoramento Ambiental, André Dias, o promotor de Justiça do Ministério Público do Estado, Marcelo Vacchiano, e a equipe técnica do projeto SatAlertas.

Fonte: GOV MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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