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Sema-MT promove o 1º Simpósio Estadual sobre Segurança de Barragens

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) promove, entre os dias 18 e 20 de dezembro, o 1º Simpósio Estadual sobre Segurança de Barragens, em parceria com o Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia (IBAPE-MT).

O evento é direcionado à comunidade, empreendedores e responsáveis técnicos, com objetivo de discutir a política nacional de segurança de barragens e a classificação das barragens situadas no estado de Mato Grosso. As vags são limitadas. Clique aqui para fazer a sua inscrição.

De acordo com o gerente de Segurança de Barragens da Sema-MT (GSB), Fernando de Almeida Pires, a maior contribuição do evento será a apresentação de tópicos importantes no âmbito da segurança de barragens, com destaque para instruções normativas, termos de referência e a resolução do Conselho Estadual de Recursos Hídricos (CEHIDRO), entre outros. As atividades incluem palestras, mesa redonda e uma visita técnica ao Parque Novo Mato Grosso.

“Durante o evento, analistas do setor da Gerência de Segurança de Barragens e membros do público externo terão a valiosa oportunidade de participar ativamente e fomentar um debate abrangente e esclarecedor sobre os intricados processos relacionados à segurança das barragens. Nosso propósito é criar um ambiente propício para o esclarecimento de dúvidas e a discussão aprofundada de questões essenciais relacionadas a este tema fundamental”, destacou.

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O simpósio será realizado na sede das Promotorias de Justiça de Cuiabá, das 7h30 às 18h.

Serviço
1º Simpósio Estadual sobre Segurança de Barragens

Data: 18 a 20 de dezembro
Horário: 7h30 às 18h
Local: sede das Promotorias de Justiça de Cuiabá (Av. Des. Milton Figueiredo Ferreira Mendes, s/n – Centro Político Administrativo, Cuiabá).
Inscrições: https://www.sympla.com.br/evento/1-simposio-estadual-sobre-seguranca-de-barragens-mt/2159855

*Com supervisão de Nayara Takahara

Fonte: Governo MT – MT

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Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

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A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

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Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

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Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

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