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Sema promove atividades e jogos em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) promove, no próximo domingo (04.06), uma manhã de atividades, com oficinas e jogos que visam promover a adoção de hábitos sustentáveis, em celebração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, instituído no dia 05 de junho. O evento será realizado no Parque Mãe Bonifácia, das 8h às 12h.

Os visitantes que estiverem na unidade de conservação poderão aprender como fazer compostagem de seus resíduos orgânicos para adubar plantas. Para contribuir com a destinação correta dos resíduos sólidos, os visitantes também poderão assistir palestras sobre como separar corretamente o lixo.

As crianças de todas as idades serão convidadas para uma atividade artística de montagem de arara, capivara, tucano, jacaré e jaguatirica, animais conhecidos da fauna silvestre de Mato Grosso. Durante a atividade, os participantes também poderão aprender mais sobre as características, hábitos alimentares e habitat de cada espécie.

Quem estiver na Praça Cívica do Parque Mãe Bonifácia, em frente ao Casarão, também poderá participar do jogo “Fique Legal com o Meio Ambiente”, que tem como objetivo demonstrar quais são as atitudes para o cumprimento da legislação ambiental relacionada aos temas “Vegetação Nativa”, “Queimadas”, “Pesca” e “Resíduos Sólidos”.

Também estará disponível um tabuleiro ampliado do jogo em que as pessoas serão as peças e poderão percorrer a trilha como se fossem as peças do jogo. Até quatro participantes podem jogar, respondendo perguntas sobre o que legal ou ilegal em relação ao meio ambiente e vence quem chegar à última casa primeiro. A participação nas oficinas e jogos é gratuita e não é necessário fazer inscrição.

“Convidamos toda a população para participar dos eventos que foram programados para aproximar o cidadão dos temas relacionados ao meio ambiente e a utilização racional dos recursos naturais. As atividades são para toda a família, e trazem como destaque a nossa corrida, que alia a atividade física com a conscientização e educação ambiental”, destaca a secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti.

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Corrida de rua

O Parque Mãe Bonifácia também receberá a corrida de rua Circuito das Estações, etapa Inverno, em comemoração à Semana do Meio Ambiente de 2023. Os atletas poderão escolher entre os percursos de 05 ou 10 quilômetros. Com largada às 7 horas em pelotão único, as inscrições podem ser feitas neste site.  A inscrição é R$ 129,00, com valor promocional de R$ 64,50 para idosos.

Com largada e chegada na unidade de conservação, os atletas irão partir da Praça Cívica, no interior do Parque, passarão pela estátua da Mãe Bonifácia e seguirão contornando pela Praça do Cerrado até a saída pela Miguel Sutil onde os corredores seguirão o percurso e retornarão. Ao todo, os atletas percorrerão cerca de dois quilômetros dentro da unidade de conservação.

Serão realizadas as premiações para os três primeiros colocados, nas categorias masculina e feminina, para todas as distâncias disputadas.

Como parte da corrida ocorre dentro de uma unidade de conservação do tipo proteção integral, os atletas devem observar aspectos importantes especialmente em relação à fauna silvestre que habita o local. Não será permitida a entrada e distribuição de alimentos no Parque e os corredores devem se manter estritamente nas pistas pavimentadas e indicadas no percurso.

“Este ano vamos levar uma corrida de rua para dentro de uma unidade de conservação, aproximando os atletas e a população em geral das discussões ambientais. O Dia do Meio Ambiente foi concebido há quase 50 anos justamente para conscientizar a população sobre a importância da preservação dos recursos naturais”, explica a superintendente de Educação Ambiental e Atendimento ao Cidadão, Vânia Guedes.

A Corrida pelo Meio Ambiente resultará na recuperação de uma nascente na região do Centro Político Administrativo, em Cuiabá. Para cada corredor, uma muda será plantada em uma área degradada de pouco mais de meio hectare ao redor de uma das nascentes que deságuam no córrego Quarta-feira, curso d’água que abastece a lagoa do Parque das Águas.

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Do tipo permanente e difusa, ou seja, verte água o ano todo com insurgências em múltiplos pontos, a nascente a ser recuperada fica ao lado do Detran. A recuperação terá a orientação técnica da Sema e será feita por meio de parceria entre a Secretaria de Segurança Pública (Sesp), o Verde Novo, projeto do Poder Judiciário idealizado pelo Juizado Volante Ambiental de Cuiabá (Juvam) e o Instituto Ação Verde.

Confira a programação: 

Semana do Meio Ambiente 2023
Corrida Pelo Meio Ambiente – Circuito Estações – Etapa Inverno 

Data: 04/06/2023
Largada: Praça Cívica Parque Mãe Bonifácia – Pelotão único às 7h
Percursos: 5km e 10km
Inscrições até: Site Morro MT

Oficina de Vaso Compostor Lixo Zero
Compostagem de lixo orgânico para adubação de plantas

Data: 04/06/2023
Local: Praça Cívica do Parque Mãe Bonifácia
Horário: 8h às 12h

Oficina de Separação de resíduos sólidos recicláveis
Como contribuir com o meio ambiente fazendo a separação de materiais recicláveis

Data: 04/06/2023
Local: Praça Cívica do Parque Mãe Bonifácia
Horário: 8h às 12h

Oficina Animais da Fauna Silvestre
Montagem de cinco animais da fauna silvestre mato-grossense utilizando técnicas de colagem e dobradura

Data: 04/06/2023
Local: Praça Cívica do Parque Mãe Bonifácia
Horário: 8h às 12h

Jogo “Fique Legal com o Meio Ambiente”
Jogo de tabuleiro abordando a legislação ambiental sobre vegetação nativa, queimadas, pesca e resíduos sólidos

Data: 04/06/2023
Local: Praça Cívica do Parque Mãe Bonifácia
Horário: 8h às 12h

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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