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Sema realiza operações contra pesca e caça ilegal em diferentes regiões de MT

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) realizou neste fim de semana apreensões de pescado ilegal, de caça predatória e armamento ilegal. As ações foram executadas pelas equipes de Fiscalização de Flora e da 2ª Companhia Independente de Polícia Militar de Proteção Ambiental de Rondonópolis (CIPMPA) em Paranatinga (386 km de Cuiabá) e Gaúcha do Norte (583 km de Cuiabá).

Em Paranatinga, a equipe de fiscalização realizou um patrulhamento fluvial no Rio Culuene no sábado (03.06). Foram apreendidos 24,8 kg de pescado descaracterizado das espécies Cachara, Corvina, Bicuda e Abotoado e 4,4 kg de carne de jacaré, animal silvestre que tem a caça proibida.

Também foram recolhidos um veículo com queixa de roubo, uma rede de malha, duas espingardas, 11 munições cal.20 e armas brancas (cinco facas e uma machadinha artesanal). Os fiscais autuaram os seis responsáveis, que foram encaminhados para a Delegacia de Polícia de Paranatinga e multados no valor de R$ 16,4 mil.

O pescado recolhido foi destinado à doação para a instituição de Longa Permanência para Idosos de Paranatinga. Já a carne de jacaré foi incinerada.

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No domingo (04.06) a equipe realizou fiscalização visando coibir a caça ilegal e a pesca predatória na cidade Gaúcha do Norte. Durante a abordagem foram apreendidas duas espingardas, um rifle, oito cartuchos, dez munições cal.22, três redes de pesca, duas tarrafas e diversos anzóis de galho. Duas pessoas foram conduzidas à Delegacia de Gaúcha do Norte.

Denuncie a pesca ilegal

Quem se deparar com crimes ambientais deve denunciar por meio da Ouvidoria da Sema (0800 065 3838), por email (ouvidoria@sema.mt.gov.br), nas regionais da Sema ou pelo aplicativo MT Cidadão.

*Texto com orientação de Renata Prata

Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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