MATO GROSSO
Seplag promove atividades físicas para servidores do Estado em evento de combate ao tabagismo
MATO GROSSO
No Dia Mundial Sem Tabaco, celebrado nesta terça-feira (31.05), servidores de várias Secretarias do Estado se reuniram para o evento “Largue o Cigarro Correndo”, realizado pela Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) com o intuito de incentivar o combate ao vício do tabagismo. A ação, idealizada pela Coordenadoria de Segurança e Saúde no Trabalho da Área Sistêmica (CSST), ocorreu no Parque das Águas e contou com mais de 100 inscritos.
A atividade integra o programa Vida Saudável e por meio dele uma série de ações voltadas para os cuidados com a saúde física e mental dos servidores do Executivo estadual são realizadas semanalmente.
Além do Vou Correr, que ocorre todas as quintas-feiras, a partir das 17h, também são promovidos os projetos Pesagem Mensal, que consiste em auxiliar os servidores no automonitoramento do peso; Ativa Servidores, que objetiva ensinar fundamentos básicos de vôlei e futsal; e as práticas online 5 Minutos de Mindfulness, Treino Funcional e Ginástica Laboral.
“Todas as ações que a Seplag tem promovido desde o início da gestão têm como principal objetivo fomentar a cultura da atenção para temas relacionados à saúde do corpo e da mente. Além de prezar pela saúde dos servidores, todos esses projetos ajudam a evitar que eles se afastem do trabalho”, ressaltou o titular da Seplag, Basílio Bezerra.
O tabagismo é reconhecido como uma doença crônica causada pela dependência à nicotina presente nos produtos à base de tabaco. Conforme aponta a Organização Mundial da Saúde (OMS), o tabaco mata mais de 8 milhões de pessoas por ano. Mais de 7 milhões dessas mortes resultam do uso direto desse produto, enquanto cerca de 1,2 milhão é o resultado de não-fumantes expostos ao fumo passivo.
Para o educador físico da Seplag Valdecarlos Santos, eventos como esse potencializam a mensagem do Governo do Estado de incentivar a qualidade de vida e hábitos mais saudáveis através da prática de exercícios físicos. “A gente trabalha com a ideia de levar a mensagem através do esporte e eu acredito que o esporte é uma ferramenta muito importante para inspirar bons hábitos”, disse Valdecarlos.

Servidora da Controladoria Geral do Estado (CGE-MT) Maykel Ponçoni. Foto por Cristiano Emanuel / Seplag-MT
Entre as participantes inscritas, estava a servidora da Controladoria Geral do Estado (CGE-MT), Maykel Ponçoni, acompanhada de sua mãe, Lurdez Zanette Ponçoni, de 82 anos. A servidora, que se definiu como defensora do antitabaco, relatou que costuma levar a mãe para praticar corrida, além de outras atividades físicas. Mãe e filha concluíram o percurso de 3km durante o evento.
Para Ponçoni, eventos como a corrida promovida pela Seplag reforçam o combate ao tabagismo, mesmo que o uso já esteja “tão normalizado”. “Ações como essa são fundamentais e também ajudam a diminuir os riscos de doenças crônicas degenerativas que são agravadas pelo uso do tabaco”, completou.
“Por conta da questão da Covid, eu não estava fazendo nenhum tipo de atividade física razoável, nem caminhada. Agora que temos essa condição de retomar a vida normalmente, depois de dois anos de pandemia, esta atividade é uma motivação a mais para podermos melhorar a nossa qualidade de vida”, destacou o assessor técnico da Seplag Albert Fernandes da Silva.

Equipe organizadora do evento na Seplag-MT. Foto por Cristiano Emanuel / Seplag-MT
Outro objetivo alcançado durante o evento foi a participação de servidores de várias Secretarias de Estado, além dos Poderes Judiciário e Legislativo mato-grossense, avaliou a coordenadora de Segurança e Saúde no Trabalho na Área Sistêmica (CSST), Katya Rodrigues. “O evento foi um sucesso, alcançou o objetivo proposto para a campanha e já estamos planejamento mais ações como essa, em colaboração com outras secretarias”, adiantou.
“A Seplag está de parabéns por promover uma ação que integra todas as secretarias, todos os servidores. É importante fazer esse tipo de evento para agregar, para reunir, e ainda mais quando o viés é promover a saúde dentro do serviço público”, afirmou o coordenador de Saúde no Trabalho e Qualidade de Vida da Secretaria de Fazenda (Sefaz), Daniel Araújo.
Mais informações sobre o programa Vida Saudável podem ser obtidas pelos telefones (65) 99280-3107 ou (65) 3613-3721 / 3722 / 3727.

Atividade integra o programa Vida Saudável idealizado e promovido pela Seplag-MT. Foto por Cristiano Emanuel / Seplag-MT
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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.