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SER Família Capacita, idealizado pela primeira-dama de MT, tem número recorde de vagas

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O Governo de Mato Grosso inaugura uma nova fase na oferta de capacitação de pessoas no Estado com o Ser Família Capacita, programa pensado e projetado pela primeira-dama de MT Virginia Mendes. O programa, que será lançado na próxima segunda-feira (17.04), em Cuiabá, conta com 50 mil vagas, sendo 3 mil para cursos de alta complexidade, 12 mil para média complexidade e 35 mil para baixa complexidade. Ao todo, serão formadas 2.500 turmas de qualificação profissional distribuídas nos 141 municípios, com investimento de R$ 68,7 milhões em dois anos.

“Sempre apontei ao governador Mauro Mendes a necessidade do Estado capacitar pessoas para o mundo do trabalho conforme a necessidade de cada região. São inúmeras pessoas que precisam ser preparadas para o mundo do trabalho e para posições dignas que possam permitir essas pessoas saírem de condições de vulnerabilidade, portanto, terem mais protagonismo em suas vidas. Esse investimento vai atender capacitações e permitir que essas pessoas tenham mais condição de se empregar e de gerar renda para suas famílias. São cursos da área de TI, Gestão, Indústria de Mecânica, de Elétrica, de Alimentos, de variadas áreas que vão permitir a essas pessoas acessarem posições de trabalho hoje na indústria e em todo segmento produtivo de MT”, explicou Virginia Mendes.

O Programa Ser Família Capacita é gerenciado pela Secretaria Adjunta de Programa e Projetos Especiais e Atenção à Família da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), e vai além da transferência de rendas para as famílias necessitadas por meio dos cartões, pois irá oferecerá capacitação com o objetivo de superar as vulnerabilidades sociais.

Uma das obrigações das famílias beneficiadas pelo Programa Ser Família, também pensado e idealizado pela primeira-dama de Mato Grosso, é ter ao menos um integrante da família participando de cursos profissionalizantes ou de qualificação profissional que forem ofertados pela gestão estadual ou municipal e seus parceiros, indo ao encontro da proposta do Ser Família Capacita.

De acordo com a secretária interina da Setasc, Grasielle Bugalho, oportunizar a qualificação profissional com foco no atendimento às necessidades dos setores produtivos do estado, promovendo assim, a inclusão social, emprego e renda, são os principais objetivos do programa.

“A primeira-dama Virginia Mendes investiu suas forças neste projeto. Em nosso Estado temos muitas pessoas precisando de apoio e assistência, não apenas no sentido de serem beneficiadas com recursos financeiros, mas também para serem preparadas e inseridas no mercado de trabalho”, comentou a secretária interina.

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Sobre o SER Família Capacita
Esta é uma parceria do Governo do Estado com o Sistema Federação das Indústrias de Mato Grosso por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-MT). A instituição ficará responsável pela execução direta dos cursos; divulgação das turmas quando necessário; disponibilização dos kits didáticos dos alunos e materiais de consumo, de acordo com a carga horária do curso, no momento das aulas presenciais.

Também caberá ao Senai a disponibilização do corpo técnico administrativo e instrutores necessários à realização dos cursos; o acompanhamento e fiscalização da execução, realizando o monitoramento mensal das atividades executadas; e, por fim, a emissão dos certificados de conclusão dos cursos aos participantes que tiverem o aproveitamento necessário.

As aulas serão ministradas por instrutores capacitados na Metodologia Senai de Educação Profissional (MSEP), com a formação específica em cada área de atuação (vocação); serão presenciais, com ênfase na prática e uso de recursos audiovisuais, laboratórios específicos, kit didático (quando necessário) para as atividades práticas.

As 50 mil vagas estão distribuídas para as áreas de Gestão, Metrologia, Logística, Produção, Informática, Construção Civil, Alimentos e Bebidas, Eletroeletrônica, Madeira e Mobiliário, Fabricação mecânica, Mecânica, Refrigeração e climatização, TI, Vestuário, Automotiva, Mídias digitais, Mineração, Soldagem, Química, Energia GTD e Automação.

“O Estado de Mato Grosso passa por um cenário de relevante crescimento, onde a indústria e todos os segmentos produtivos do nosso Estado estão contratando pessoas, crescendo, expandindo negócios. É pra isso que o Governo do Estado, juntamente com o Senai de Mato Grosso, estão no projeto Ser Família Capacita, para oportunizar acesso às pessoas do nosso estado a se qualificarem em profissões que permitirão ao segmento produtivo crescer e as pessoas também crescerem ao passo que terão acesso a oportunidades de emprego, a maior renda e, portanto, mais produtivas em suas vidas”, frisou o diretor regional do Senai-MT, Carlos Braguini.

Parceria com os municípios
Para identificar quais cursos deveriam ser oferecidos e em quais regiões e municípios de Mato Grosso, foi realizado um estudo pelo Senai. Com isso, será possível realizar um atendimento com cursos vocacionados, ou seja, com base nas vagas que estão sendo oferecidas pela indústria local. Dessa forma, as chances de as pessoas serem empregadas ao fim do curso serão maiores, pois existem as vagas de trabalho.

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Confira a lista com os cursos oferecidos:

Confeiteiro; cozinheiro industrial; magarefe (atua em matadouros e açougue); padeiro; salgadeiro; Programa de Controlador Lógico (CLP); eletricista veicular; funileiro automotivo; instalador de sistemas veiculares; mecânico de freios; suspenso e direção de veículos leves; mecânico de motocicletas; mecânico de motores ciclo diesel; mecânico de motores ciclo Otto; mecânico de veículos leves; mecânico de veículos pesados rodoviários; operador de máquinas agrícolas; pintor de automóveis; armador de estrutura pesadas; montador de andaimes, formas e escoramentos; operador de caminhão basculante; operador de caminhão betoneira; operador de empilhadeira; operador de escavadeira hidráulica; operador de motoniveladora; operador de pá carregadeira; operador de retroescavadeira; armador de ferro; assentador de revestimentos cerâmicos; carpinteiro de estruturas de telhado; carpinteiro de obras; construtor de alvenaria; desenhista técnico de edificações; gesseiro; montador de sistema de construção a seco; pintor de obras imobiliárias; eletricista de instalações prediais; instalador hidráulico; eletricista industrial; instalador de sistemas fotovoltaicos; eletricista de redes de distribuição de energia elétrica; assistente administrativo; assistente de controle de qualidade; assistente de recursos humanos; assistente contábil financeiro; designer gráfico editorial; ilustrador; almoxarife; comprador; controlador e programador de produção; operador de processo de distribuição logística; desenhista de móveis e esquadrias de madeira; marceneiro de móveis e esquadrias; montador e instalador de móveis e esquadrias; metrologista; amostrador de minérios; operador de beneficiamento de minério; operador de máquinas de extração mineral; ajustador mecânico; caldeireiro industrial; fresador mecânico; operador de centro de usinagem (CNC); operador de torno (CNC); torneiro mecânico; desenhista mecânico; soldador eletrodo revestido; soldador MAG; soldador TIG; auxiliar de laboratório de microbiologia; mecânico de refrigeração e climatização residencial; instalador e reparador de redes de computadores; montador e reparador de computador; operador de computador; desenvolvedor mobile android; cortador de produtos do vestuário; e costureiro industrial.

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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