MATO GROSSO
SER Família Habitação: um programa que nasceu no coração
MATO GROSSO
Através do programa SER Família Habitação, na modalidade Entrada Facilitada, com o apoio do Governo do Estado e a expertise da MT Par, sob a gestão do presidente Wener Santos e sua equipe, com dedicação e responsabilidade em todos os projetos.
O programa ainda conta com a categoria faixa 0, gerenciada pela Secretaria de Assistência Social e Cidadania (Setasc), com a secretária coronel Grasi Bugalho e sua comprometida equipe, que também têm trabalhado com excelência e eficiência em parceria com a Secretaria de Infraestrutura e Logística (Sinfra), sob o comando do secretário Marcelo de Oliveira e seu competente staff. Essa união está gerando oportunidades para que milhares de famílias mato-grossenses realizem o sonho da casa própria.
Este programa não apenas proporciona moradia, mas também promove dignidade e estabilidade para aqueles que mais precisam.
Desde que lançamos o programa, temos visto um impacto profundo na vida das pessoas. Mais de 46 mil unidades habitacionais foram cadastradas em todo o estado, oferecendo um subsídio de até R$ 20 mil para ajudar na entrada do imóvel. Já contamos com mais de 2.524 novos proprietários, que agora podem chamar um lugar de seu lar.
Para se beneficiar do programa, o primeiro passo é fazer o cadastro no Sistema de Habitação de Mato Grosso (SihabMT) pela internet. Esse sistema oferece todas as informações necessárias sobre os empreendimentos disponíveis em cada município, permitindo que o interessado manifeste interesse em uma unidade específica. Após essa etapa inicial, é preciso procurar a construtora, apresentar os documentos para análise e, com a aprovação da Caixa Econômica Federal (CEF), agendar a data para assinatura do contrato.
O processo de cadastro no SihabMT é intuitivo e rápido, requerendo apenas alguns minutos para a inserção de informações autodeclaradas, que serão verificadas posteriormente com a apresentação dos documentos. As etapas seguintes também são ágeis, e isso se reflete na satisfação dos usuários: 75% dos beneficiários relataram estar muito satisfeitos com o serviço e suporte do programa, e 60% ficaram satisfeitos.
Uma das características que mais me enche de orgulho na modalidade Entrada Facilitada é a possibilidade de combinar os benefícios do governo federal, como o Minha Casa, Minha Vida, e do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Isso tem permitido que muitas famílias consigam adquirir seu imóvel com entrada zero. Em alguns empreendimentos, as prefeituras participam do programa doando terrenos, cujo valor é rateado entre as unidades e somado aos benefícios ofertados, reduzindo ainda mais o valor da entrada e, em alguns casos, estendendo-se para as parcelas.
O público deste programa são pessoas que, apesar de conseguirem pagar uma parcela acessível, têm dificuldades em economizar o valor necessário para a entrada, que pode chegar a 20% do valor do imóvel, ou aproximadamente R$ 50 mil.
Essa categoria, além de facilitar a aquisição do imóvel, destaca-se também pela qualidade das construções e pela rapidez na entrega dos empreendimentos. Utilizamos tecnologias de ponta no setor habitacional, permitindo que os imóveis sejam entregues até 14 meses antes do prazo estipulado, conforme os dados do acompanhamento das obras feitos pela MT Participações e Projetos (MT Par), que opera a modalidade Entrada Facilitada.
Todas as informações sobre como acessar o subsídio estão disponíveis no site da MT Par. Os requisitos principais incluem: ter mais de 18 anos, renda bruta familiar de até R$ 8 mil, não possuir restrições cadastrais e estar adquirindo o primeiro imóvel.
Já o programa SER Família Habitação faixa 0, sob a gestão da Setasc em parceria com a Sinfra, foi idealizado especialmente para famílias com renda per capita de até R$ 220. Essa modalidade acontece através de convênio entre Estado e Municípios.
Dos 142 municípios, pelo menos 79 aderiram ao convênio, 48 iniciaram as obras, três já fizeram entregas, e mais de 120 famílias já foram contempladas em Novo São Joaquim, Alto Araguaia e Alto Taquari. Ao todo, são 3.150 unidades pactuadas.
A emoção de entregar as chaves de uma casa para uma família é inexplicável. Ver o impacto positivo do programa SER Família Habitação na vida das pessoas é a realização de um sonho. Estou profundamente comprometida em continuar trabalhando para melhorar as condições de vida da população mato-grossense, proporcionando mais oportunidades e um futuro melhor para todos. Superação, Esperança e Respeito, esse é o meu compromisso com a nossa gente.
Virginia Mendes é economista, empresária, primeira-dama de MT e voluntária nas ações de Governo pela UNAF.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Custos de produção e rentabilidade preocupam suinocultores de Mato Grosso, apontam especialistas
Apesar do crescimento da produção e dos recordes nas exportações brasileiras de carne suína, a rentabilidade dos produtores de Mato Grosso vive um dos momentos mais delicados dos últimos anos. A combinação entre preços em queda, custos de produção ainda elevados e dificuldades para ampliar o consumo interno foi um dos principais temas debatidos durante o 5º Simpósio da Suinocultura de Mato Grosso, realizado pela Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat).
Durante o evento, o superintendente do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), Cleiton Gauer, apresentou um panorama atualizado da cadeia produtiva e destacou que o Estado segue ampliando seu rebanho e sua produção. Entretanto, esse crescimento não tem se refletido na renda do produtor.
Segundo ele, após a virada do ano, os preços pagos pelo quilo do suíno apresentaram forte retração, reduzindo significativamente a margem da atividade. “Mesmo com uma leve redução nos custos, principalmente do milho, esse alívio não chegou de forma suficiente ao produtor. Hoje estamos observando alguns dos menores resultados econômicos da série histórica da suinocultura em Mato Grosso”, afirmou.
Gauer explicou que a situação é ainda mais preocupante para produtores que possuem financiamentos e investimentos em andamento, já que a redução da rentabilidade compromete a capacidade de cumprir esses compromissos. Outro ponto destacado foi o comportamento das exportações. Embora o Brasil registre embarques recordes de carne suína, esse desempenho ainda não é suficiente para equilibrar o mercado interno.
“Quando analisamos Mato Grosso, apenas cerca de 15% da produção é destinada à exportação. Ou seja, a maior parte permanece no mercado interno, o que limita o impacto positivo das vendas externas sobre os preços recebidos pelos produtores”, explicou.
Gestão eficiente será decisiva
O pesquisador da Embrapa Suínos e Aves, Franco Muller Martins, reforçou que o cenário exige dos produtores uma gestão ainda mais eficiente das granjas. Durante sua palestra sobre custos de produção e perspectivas para 2027, ele apresentou a metodologia utilizada pela Embrapa para calcular os custos de produção em seis estados brasileiros, entre eles Mato Grosso, disponibilizando informações que servem de referência para produtores.
Segundo o pesquisador, embora o Brasil viva um excelente momento nas exportações, esse avanço não foi suficiente para garantir margens satisfatórias aos produtores. “O setor enfrenta hoje preços reduzidos em relação aos custos de produção. Isso exige que o produtor olhe cada vez mais para dentro da propriedade, buscando eficiência, redução de desperdícios e melhoria da gestão”, destacou.
Para Martins, além do trabalho realizado dentro das granjas, será fundamental que toda a cadeia continue investindo em ações de estímulo ao consumo da carne suína. “A ampliação da demanda é um caminho importante para que, no médio prazo, o setor consiga recuperar melhores níveis de rentabilidade”, afirmou.
Além da economia, o pesquisador também abordou a importância da biosseguridade como fator estratégico para manter a competitividade da suinocultura brasileira, tema que também ganhou destaque durante o simpósio.
Para o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, a discussão sobre custos de produção, mercado e rentabilidade tornou-se indispensável diante do atual cenário da atividade. “A suinocultura vive um momento de grande evolução tecnológica, mas também de margens cada vez mais apertadas. Por isso, a Acrismat fez questão de reunir especialistas que apresentassem um diagnóstico econômico do setor e apontassem caminhos para que o produtor possa tomar decisões mais seguras. Conhecimento é uma ferramenta essencial para manter a atividade competitiva”, afirmou.
-
MATO GROSSO7 dias atrás
Grupo Petrópolis conquista ouro e bronze na Copa Brasileira de Lúpulo 2026
-
MATO GROSSO7 dias atrásFérias de julho: plataforma do McDonald’s reúne mais de 30 cursos gratuitos e com certificado
-
MATO GROSSO7 dias atrásFestival Mundo dos Vinhos une cultura e gastronomia em Cuiabá neste sábado (18)
-
MATO GROSSO6 dias atrásFim de semana tem rock ao vivo com especial Linkin Park, Heróis de Brinquedo, Fábrica e muito mais em Cuiabá
-
MATO GROSSO6 dias atrásMulheres enfrentam sobrecarga crescente e desafio passa pela saúde emocional, alerta especialistas
-
MATO GROSSO5 dias atrásTNT Energy Drink lança três sabores em latas colecionáveis da NBA
-
ARTIGOS2 dias atrásA autoridade vende, mas o mercado chinês mostrou que só ela não basta
-
MATO GROSSO2 horas atrásPara falar sobre a Amazônia, nos ouçam”: Daniel Nardin conta como nasceu o Amazônia Vox