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Servidores têm até 30 de novembro para a realização do Recadastramento 2024, informa Seplag

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Procedimento deve ser feito online pelos portais de Recadastramento ou do Servidor.

A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão de Mato Grosso (Seplag-MT) alerta para o prazo de recadastramento obrigatório de 2024 dos servidores públicos, que devem atualizar seus dados cadastrais até o dia 30 de novembro. O procedimento é totalmente online e pode ser feito pelos portais de Recadastramento, ou do Servidor.

Quase 14 mil servidores ainda não realizaram essa atividade. Cerca de 20 mil estão em andamento e pouco mais de 62 mil já finalizaram. São esperados 96.060 recadastramentos neste ano.

O recadastramento é obrigatório para os servidores, incluindo efetivos, comissionados, militares, empregados públicos e temporários, além de estagiários e residentes técnicos. Quem não realizar o recadastramento, terá o salário bloqueado até a regularização da pendência.

O preenchimento possui oito etapas, que requerem informações pessoais e profissionais, como endereço, formação, capacitação, habilidades e experiências profissionais, além de informações sobre dependentes e vínculos. Os dados informados serão utilizados para alimentar também o Banco de Talentos.

O prazo para a atualização cadastral iniciou no dia 1º de outubro. Todas as informações sobre o processo de recadastramento estão disponíveis na  Instrução Normativa (IN) nº 008/2024/Seplag. Em caso de dúvidas, o interessado deve entrar em contato com o setor de gestão de pessoas do seu órgão de lotação.

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Vereador Alex Rodrigues defende criação de comissão permanente para enfrentar aumento da população em situação de rua em Cuiabá

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O vereador Alex Rodrigues participou nesta quarta-feira (03), na Câmara Municipal de Cuiabá, de uma audiência pública destinada a discutir as causas do crescimento da população em situação de rua na capital e cobrar a elaboração de um plano de ação efetivo para enfrentar o problema.

O debate reuniu representantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de integrantes do Ministério Público, Defensoria Pública e entidades da sociedade civil organizada. O objetivo foi promover uma ampla discussão sobre o tema e buscar alternativas para reduzir o número de pessoas vivendo nas ruas da cidade.

Durante a audiência, foram apresentados dados do Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), que revelam um aumento expressivo da população em situação de rua em Cuiabá nos últimos anos.

Segundo o levantamento, em 2025 a capital contabilizou 1.783 pessoas vivendo nas ruas. O número representa um crescimento superior a 2.775% em comparação com 2013, quando apenas 62 pessoas estavam registradas nessa condição.

Os dados reforçam a necessidade de políticas públicas integradas envolvendo assistência social, saúde, segurança pública, qualificação profissional e reinserção social.

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Alex Rodrigues propõe comissão permanente

Durante sua participação, o vereador Alex Rodrigues defendeu a criação de uma comissão permanente de enfrentamento à população em situação de rua, com a missão de reunir diferentes órgãos públicos e entidades para construir soluções práticas e duradouras.

Para o parlamentar, é necessário que o debate avance além das discussões institucionais e resulte em medidas efetivas que impactem diretamente a vida das pessoas em situação de vulnerabilidade.

“Essa discussão não pode ficar apenas no plenário. Precisamos transformar o debate em resultados reais nas ruas de Cuiabá, oferecendo dignidade, oportunidades e atendimento adequado para quem mais precisa”, afirmou.

Curitiba é citada como exemplo

Alex Rodrigues também destacou experiências bem-sucedidas desenvolvidas em outras cidades brasileiras. Entre os exemplos mencionados está Curitiba, que vem apresentando resultados positivos por meio de políticas públicas avançadas e ações integradas entre diferentes órgãos governamentais.

Segundo o vereador, Cuiabá pode adaptar iniciativas que já demonstraram eficiência em outras regiões do país, fortalecendo o acolhimento social e ampliando as oportunidades de reinserção para pessoas em situação de rua.

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Ao final da audiência, os participantes defenderam a continuidade do diálogo entre os poderes públicos e a sociedade civil para a construção de estratégias permanentes que contribuam para reduzir o problema e garantir mais dignidade à população vulnerável da capital.

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