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Sesc-MT promove forró, baião e pé de serra com shows de Caju e Zabumba Beat em julho

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 Sistema Social do Comércio (Sesc-MT) apresenta, em julho, a diversidade musical da região com shows ao vivo de vários artistas nas unidades Sesc Arsenal, Dr. Meirelles, Rondonópolis e Cáceres.

Em ritmo de festa julina, o Sesc-MT convida o público para dançar o forró pé de serra com as atrações musicais ‘Arraiá do Sesc’ em Cáceres e no Sesc Arsenal, em Cuiabá.

De quarta a domingo, no Sesc Arsenal e aos domingos, no Sesc Dr. Meirelles, diversos artistas regionais apresentam seus repertórios com voz, violão e ritmos que variam do MPB ao rock. Confira a programação completa a seguir.

 

Programação

Nesta sexta-feira (7), a cantora Karola Nunes leva toda sua diversidade musical em uma apresentação ao vivo no Sesc Rondonópolis.  Simultaneamente, no ‘Arraiá do Sesc Arsenal’, Caju e sua Banda apresentam baião, frevos e arrasta-pés no show ‘Forró da Rabeca’.

A banda cuiabana Zabumba Beat se apresenta no ‘Arraiá do Sesc Cáceres’, no sábado (15), com entrada grátis.

Aos domingos, vozes mato-grossenses embalam a tarde de lazer no Sesc Dr. Meirelles. No dia 9, a apresentação será de Cris Chaves e no dia 23, Vinícius Carvalho comanda a trilha sonora.

No Sesc Arsenal, diversos shows musicais são realizados de quarta a domingo. Entre os artistas na programação de julho estão: Ariston Custódio, Akane Lizuka, Joel Delatorre, Carol Brandalise, Márcia Eliane, Luth Peixoto, Cris Chaves, Wanessa Dias, Fátima e Marinho e André Coruja.

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O Sistema S do Comércio, composto pela Fecomércio, Sesc, Senac e IPF em Mato Grosso, é presidido por José Wenceslau de Souza Júnior. A entidade é filiada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que está sob o comando de José Roberto Tadros.

 

SERVIÇO

 

‘Música Ao Vivo’ no Sesc Arsenal

Quando: De quarta a domingo, das 17h30 às 21h

Onde: Sesc Arsenal (Rua 13 de Junho, 1435 – Centro Sul, Cuiabá – MT)

Entrada gratuita

 

CONFIRA AS ATRAÇÕES DE JULHO NO SESC ARSENAL DIA A DIA:

Ariston Custódio – Dia 28 de julho

Akane Lizuka – Dia 6 de julho

Joel Delatorre – Dia 9 de julho

Carol Brandalise – Dia 12 de julho

Márcia Eliane – Dia 13 de julho

Luth Peixoto – Dia 15 de julho

Cris Chaves – Dias 16 e 29 de julho

Wanessa Dias – Dias 19 e 27 de julho

Fátima e Marinho – Dia 26 de julho

André Coruja – Dia 30 de julho

‘Quintal da Música’ com Karola Nunes

Quando: Dia 7 de julho (sexta-feira), às 18h

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Onde: Onde: Sesc Rondonópolis (Alameda dos Cravos, S/N – Quadra 197 – Residencial Colina Verde – Sagrada Família, Rondonópolis-MT)

Entrada gratuita

‘Arraiá do Sesc Arsenal’ com Caju e Banda

Quando: Dia 7 de julho (sexta-feira), às 18h

Onde: Sesc Arsenal (Rua 13 de Junho, 1435 – Centro Sul, Cuiabá – MT)

Entrada gratuita

 

Show Musical com Cris Chaves

Quando: Dia 9 de julho (domingo), das 12h às 15h

Onde: Sesc Dr. Meirelles (Av. Dr. Meirelles, nº 3.476 – São João Del Rei – Cuiabá-MT)

Entrada: Gratuita para comerciários, pessoa com deficiência, doadores de sangue e idosos com mais de 60 anos. Público-geral: R$17,00 (meia) e R$ 35,00(inteira)

 

‘Arraiá do Sesc Cáceres’ com Zabumba Beat

Quando: Dia 15 de julho (sábado), às 18h

Onde: Sesc Cáceres (Rua da Membeca, nº 1573, Loteamento COC, Cáceres – MT)

Entrada gratuita

Show Musical com Vinicius Carvalho

Quando: Dia 23 de julho (domingo), das 12h às 15h

Onde: Sesc Dr. Meirelles (Av. Dr. Meirelles, nº 3.476 – São João Del Rei – Cuiabá-MT)

Entrada: Gratuita para comerciários, pessoa com deficiência, doadores de sangue e idosos com mais de 60 anos. Público-geral: R$17,00 (meia) e R$ 35,00(inteira)

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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