MATO GROSSO
Sine estadual oferta 3,6 mil vagas de emprego em 27 municípios
MATO GROSSO
O Sistema Nacional de Emprego de Mato Grosso (Sine-MT) disponibiliza 3.610 novas oportunidades de empregos para profissionais que queiram ingressar no mercado de trabalho. As vagas estão disponíveis em 27 municípios do Estado, inclusive em Cuiabá e Várzea Grande. Há vagas também para pessoas com deficiência (PCD).
As vagas são para as cidades de: Cuiabá e Várzea Grande (306); Água Boa (101); Alta Floresta (110); Alto Araguaia (63); Alto Taquari (05); Aripuanã (04); Barra do Garças (118); Brasnorte (11); Cáceres (33); Campo Novo do Parecis (06); Campo Verde (126); Canarana (35); Colíder (88); Confresa (35); Diamantino (30); Guarantã do Norte (06); Juscimeira (05); Lucas do Rio Verde (84); Nova Mutum (258); Pontes e Lacerda (89); Primavera do Leste (392); Rondonópolis (402); Sapezal (664); Sinop (382); Sorriso (158); Tangará da Serra (74).
O trabalhador também pode verificar as vagas ofertadas acessando o portal http://empregabrasil.mte.gov.br/
Inscrição
Os interessados devem procurar a unidade do SINE mais próxima de sua residência, com os documentos pessoais.
Estas oportunidades podem ser preenchidas ou alteradas a qualquer momento e sem nenhum aviso prévio.
Confira a relação das vagas de emprego.
Fonte: GOV MT
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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