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Sine oferta 350 vagas temporárias para monitor infantil em diversas regiões de Cuiabá

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Para aqueles estão em busca de um complemento a mais no orçamento familiar neste início de ano, a Secretaria Municipal de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico (SMATED), por meio do Sine, oferta, em especial, 350 vagas temporárias para o cargo de Monitor Infantil – de ambos os sexos, em diversas regiões da capital. O salário é compatível aos valores praticados atualmente no mercado e englobam benefícios aos trabalhadores. 

Para se candidatar, os interessados devem comparecer presencialmente às unidades instaladas no Shopping Popular e Coxipó – esta aonde estão sendo realizadas às entrevistas. As únicas exigências são quanto a maior idade, acima de 18 anos, e certificado de conclusão do ensino fundamental. 

A efetivação dos cadastros e atualizações das informações pessoais, podem ser feitas pelo aplicativo Sine Fácil, disponível nas plataformas digitais: IOS e Play Store. Os atendimentos funcionam de segunda à sexta-feira, das 9h às 17h. 

Fonte: https://www.cuiaba.mt.gov.br

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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