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Sinfra apresenta metas cumpridas na execução de obras em 2022

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A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) apresentou dados sobre as ações desenvolvidas pela pasta no segundo semestre de 2022, durante audiência pública realizada na Assembleia Legislativa de Mato Grosso nesta quinta-feira (18.05). Entre os números apresentados, a Sinfra-MT mostrou que cumpriu as metas propostas para asfaltamento e recuperação de rodovias.

Os dados foram apresentados à Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária da ALMT, presidida pelo deputado estadual Carlos Avalone.

O secretário adjunto de Obras Rodoviárias, Nilton de Britto, mostrou que no segundo semestre de 2022 a meta da Sinfra-MT era asfaltar 725 quilômetros de rodovias estaduais, e esse número chegou a 768 km. Da mesma forma, a Sinfra-MT alcançou a meta de restauração de rodovias no período, com 733 km.

No total, o Governo de Mato Grosso chegou a 2.505 km de rodovias asfaltadas e 2.141 km de rodovias restauradas entre janeiro de 2019 e dezembro de 2022.

Segundo o adjunto, a Sinfra-MT é uma secretaria com diversas ações e desafios. “O governador Mauro Mendes sempre nos cobra eficiência e felizmente a Sinfra-MT tem conseguido executar as metas. Para os próximos anos temos mais desafios e estamos preparados para cumpri-los. Por exemplo, temos a meta de

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Nas obras rodoviárias, a Sinfra-MT também alcançou a meta de construção de obras de artes especiais e correntes – que são pontes, viadutos e também bueiros, com um total de 253.

O secretário adjunto de Obras Especiais, Isaac Nascimento Filho, mostrou a evolução das obras da Copa que ficaram sob responsabilidade da Sinfra-MT, mostrando que 18 das 20 foram concluídas e outras duas já estão com sua solução em andamento. Isaac também apresentou novas obras executadas pela secretaria e os projetos em desenvolvimento.

Já na adjunta de Cidades, foi destacado o número de projetos de infraestrutura analisados, de 244, o que equivale a um alcance de 813% da meta prevista, que era 30. O programa MT Iluminado e convênios firmados com os municípios também foram apresentados.

O secretário adjunto de Logística e Concessões, Joelson Matoso, mostrou como anda o processo de concessão de rodovias em Mato Grosso e a execução de obras em aeroportos do Estado.

Segundo o deputado Carlos Avalone, o trabalho realizado pela Sinfra-MT “é majestoso”. Para o deputado Wilson Santos, também presente na audiência, esse é um trabalho que merece reconhecimento. “Um trabalho inacreditável, com o cumprimento de metas que eu não acreditava que seriam possíveis”, afirmou.

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A audiência realizada na Assembleia Legislativa teve também a apresentação do cumprimento de metas das secretarias de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), Assistência Social e Cidadania (Setasc), de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) e de Saúde (SES). Também participou da audiência o deputado estadual Beto Dois a Um.

Fonte: Governo MT – MT

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Especialista alerta: falta de diálogo sobre dinheiro pode comprometer a saúde financeira e até o futuro dos relacionamentos

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Quando o assunto é relacionamento, muitos casais conversam sobre casamento, filhos, carreira e planos para o futuro. No entanto, uma das pautas mais importantes para a construção de uma vida a dois ainda costuma ser deixada de lado: o dinheiro.

Questões relacionadas a orçamento doméstico, dívidas, investimentos e metas financeiras frequentemente se tornam fontes de conflitos quando não são discutidas de forma transparente. Especialistas apontam que a falta de diálogo sobre finanças está entre os fatores que mais geram desgaste emocional e tensão dentro dos relacionamentos.

Para a professora de Ciências Contábeis Maria Clara Martins, o problema vai além da simples organização financeira.

“Muitos casais evitam conversar sobre finanças. Isso acontece porque culturalmente associamos dinheiro a poder pessoal. Isso pode resultar em um dos parceiros esconder gastos, dívidas e receitas do outro — o que chamamos de infidelidade financeira. Situações como essa podem adicionar estresse constante e, muitas das vezes, são a razão para separações”, explica Maria Clara, da Faculdade Serra Dourada de Lorena.

Os erros financeiros mais comuns entre casais

Segundo a docente, a ausência de um planejamento financeiro compartilhado costuma levar a erros que poderiam ser evitados com uma simples conversa periódica sobre o orçamento familiar.

Entre os problemas mais frequentes está a inexistência de uma reserva de emergência para o casal. Sem esse recurso, situações inesperadas como desemprego, problemas de saúde ou despesas urgentes podem comprometer significativamente a estabilidade financeira da família.

Outro ponto de atenção são os gastos duplicados. A falta de alinhamento pode fazer com que ambos mantenham assinaturas, serviços ou despesas semelhantes sem necessidade, aumentando os custos mensais sem que percebam.

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Além disso, quando cada parceiro possui expectativas diferentes para o presente e para o futuro, surgem conflitos relacionados às prioridades financeiras.

“É importante ambos serem sinceros com seus planos para o agora e para o futuro e alinharem as expectativas. Quando existe clareza sobre os objetivos, as decisões financeiras passam a fazer mais sentido para os dois”, destaca.

Transformando dinheiro em ferramenta para realizar sonhos

Embora o tema ainda seja considerado delicado para muitas pessoas, a especialista defende que falar sobre dinheiro pode se tornar um hábito positivo e até motivador.

“Quando o dinheiro vira um instrumento para realizar sonhos juntos, a conversa deixa de ser chata e vira motivadora. Por isso, conversem sobre dinheiro pelo menos uma vez por mês, coloquem como um compromisso na agenda. Não é para brigar, é para comemorar as pequenas conquistas e continuar planejando”, orienta Martins.

Ela recomenda que o casal escolha uma ferramenta de controle financeiro que funcione para ambos, seja uma planilha, aplicativo ou planner. O importante é conseguir visualizar de forma clara quanto dinheiro entra e para onde ele está sendo direcionado.

Outra estratégia é estabelecer metas compartilhadas em diferentes horizontes de tempo:

Curto prazo: viagens, lazer e experiências;
Médio prazo: aquisição de veículo, reformas ou mudanças de residência;
Longo prazo: aposentadoria, educação dos filhos e independência financeira.

“Estudar sobre juros compostos e conhecer opções de investimentos também ajuda o casal a construir patrimônio de forma mais eficiente ao longo dos anos”, acrescenta.

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Conta conjunta ou separada? Especialista explica qual modelo funciona melhor

Uma dúvida comum entre casais diz respeito à administração das contas bancárias. Afinal, é melhor manter tudo separado ou centralizar as finanças?

De acordo com a especialista, não existe uma fórmula única. “Não existe modelo certo ou errado. O mais importante é que a escolha esteja alinhada ao perfil, à rotina e aos objetivos do casal.”

Ela explica que contas totalmente separadas costumam funcionar bem para quem valoriza autonomia financeira, mas podem dificultar a visualização do patrimônio construído em conjunto. Já a conta conjunta oferece maior integração, embora possa gerar conflitos quando os hábitos de consumo são muito diferentes.

Por isso, o modelo híbrido tem ganhado espaço entre especialistas e casais. “O modelo híbrido costuma ser o mais recomendado porque une organização e autonomia. Uma conta pode ser destinada às despesas da casa e às metas compartilhadas, enquanto cada pessoa mantém sua conta individual para gastos pessoais”, ressalta.

Construindo o futuro juntos

Mais do que controlar gastos ou dividir contas, o planejamento financeiro a dois representa uma ferramenta para fortalecer a parceria e construir objetivos em comum.

Em um momento em que o Dia dos Namorados convida casais a refletirem sobre o futuro, a especialista reforça que falar sobre dinheiro é também uma forma de demonstrar confiança, compromisso e responsabilidade.

“Planejar finanças a dois não é sobre controlar o outro. É sobre alinhar sonhos. Quando o casal aprende a falar sobre dinheiro, está, na verdade, desenhando o futuro que quer construir junto”, conclui Maria Clara Martins.

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