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Sinop recebe investimento recorde em habitação liderado pela primeira-dama do Estado

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A primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, acompanhada pelo presidente da MT Par, Wener Santos, e da secretária de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), Grasi Bugalho, participou do lançamento das 512 unidades habitacionais em Sinop, nesta terça-feira (30.04). Os empreendimentos do programa SER Família Habitação, idealizado pela primeira-dama do Estado, estão dentro das modalidades Faixa 1, 2 e 3, com subsídios do Governo de MT de até R$ 20 mil, contemplando pessoas com renda entre R$ 2 mil e R$ 8 mil.

Ao todo, o Governo do Estado investiu desde 2019 em Sinop R$ 300 milhões. Desse total, mais de R$ 7 milhões foram destinados às ações sociais.

Na visita ao município, Virginia Mendes foi recebida pelo prefeito Roberto Dorner.

Ela falou da importância da realização do sonho da casa própria para as famílias.

“É uma honra visitar Sinop, onde sempre sou recebida com muito carinho. Ver esse projeto sair do papel é como se estivesse nascendo um filho. Eu não consigo mensurar a felicidade que estou sentindo. Vamos trabalhar para diminuir cada vez mais o impacto do déficit habitacional tanto em Sinop como em outros municípios. Conquistar um lar é o mesmo que garantir a dignidade. Todas as pessoas merecem um lugar para chamar de seu. Isso significa ampliar perspectivas. É o direito de todo cidadão. Estou muito feliz”, ratificou Virginia Mendes.

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O presidente da MT Par, Wener Santos, ressaltou a satisfação de atuar no Governo do Estado e também destacou a mudança que o programa de habitação está fazendo na vida das famílias mato-grossenses.

“É uma felicidade fazer parte do Governo do Estado e trazer grandes soluções para os desafios do município de Sinop. Vale frisar que, quando o atual Governo assumiu, havia vários empreendimentos habitacionais abandonados por todo estado. Esse pesadelo passou. São 40 mil unidades que serão construídas. Isso representa um grande avanço em todos os sentidos, porque além da entrega das unidades, a economia e a geração de emprego terão um impacto positivo. Agradeço a sensibilidade da primeira-dama Virginia Mendes pelo trabalho de excelência e qualidade às pessoas que mais precisam”, disse Wener Santos.

A secretária de Assistência Social, Grasi Bugalho, pontuou a determinação da primeira-dama do estado e a do atual Governo.

“Hoje é um dia de gratidão pela ousadia da primeira-dama Virginia Mendes. O programa SER Família é o maior programa da história deste estado. Desde 2019, quando a primeira-dama Virginia Mendes idealizou o programa SER Família para entregar uma vida melhor para a população vulnerável, vidas estão sendo transformadas. Em Sinop, com 1.400 unidades, são mais de R$ 13 milhões de investimentos do Governo que estavam parados desde 2012. As famílias não imaginavam que receberiam esses apartamentos e o Governo vem e faz uma entrega real, e agora o município recebe mais de 500 novos empreendimentos. Que juntos, municípios e Estado continuem a fazer entregas reais”, salientou Grasi Bugalho.

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O prefeito Roberto Dorner agradeceu a parceria da primeira-dama do Estado com o município.

“Nós aqui em Sinop temos que agradecer à primeira-dama Virginia Mendes pelo empenho que ela tem nas ações sociais. Ela poderia estar em casa, mas, pelo contrário, ela tem o compromisso de ajudar a população. O seu trabalho, dona Virginia, faz toda a diferença em nosso município”, declarou  prefeito.

No município, três empreendimentos serão contemplados por meio da entrada facilitada: Jardim Califórnia, com 256 unidades; Parque Amazonas 1, com 128; e Parque Amazonas 2, com 128 apartamentos.

O público-alvo da modalidade Entrada Facilitada são pessoas que têm condições de assumir o compromisso de pagar uma parcela razoável de um imóvel, porém têm dificuldade de poupar o valor da entrada, que, em média, é de 20% do valor do imóvel desejado.

Participaram do evento a primeira-dama de Sinop, Scheila Pedroso; o presidente da Câmara de Vereadores, Paulinho Abreu; o secretário de Planejamento Urbano e Habitação, Luiz Henrique Magnani; sociedade organizada e população em geral.

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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