Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

Sinop se destaca no turismo e é o segundo do Estado a empregar mais no setor

Publicados

MATO GROSSO

Sinop foi o segundo município mato-grossense a gerar mais empregos no setor do turismo, com 528 postos de trabalhos criados nos últimos dois anos, conforme dados do Observatório do Desenvolvimento, da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico. Conforme o ranking, Sinop ficou atrás apenas de Cuiabá.

Para o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Klayton Gonçalves, esse crescimento é reflexo das ações que estão sendo desenvolvidas pela Prefeitura de Sinop para impulsionar o setor. “A gestão vem incentivando o turismo. Um exemplo é a pavimentação e a recuperação de estradas vicinais que dão acesso ao parque aquático, rios e diversas aréas de lazer do nosso município. Junto com CAE [Centro de Atendimento Empresarial], orientamos aos empresários do setor de turismo sobre linhas de crédito do banco do estado. Temos também as visitas técnicas realizadas pela nossa turismóloga que orienta a esses empresários sobre potenciais turísticos de suas localidades. São pontos que contribuem com esse desenvolvimento do setor, que consequentemente cresce, gerando a oferta de empregos”, destacou.

Leia Também:  Força-tarefa apreende 184 tabletes de drogas na fronteira com a Bolívia; prejuízo ao crime é de R$ 3,8 milhões

Gonçalves destacou também iniciativas como a formação da primeira turma de Condutores de Turismo local, que capacitou 18 alunos para trabalhar. “O executivo está reestruturando o turismo sinopense. O investimento do setor privado em marinas e clubes aquáticos, por exemplo, mostra o quanto estamos indo no caminho certo”, enfatizou.

O secretário Adjunto de Turismo de Mato Grosso, Jefferson Preza Moreno, elogiou o executivo e pontuou que Sinop atrai turistas de todos os ramos. “O prefeito Roberto Dorner não mede esforços para mostrar toda a potencialidade turística que Sinop tem, não só como destino tecnológico para os turistas que querem ver a produção do agro, que tem em torno de Sinop, mas, também para poder curtir o lazer e os atrativos naturais que essa região toda tem”, destacou o secretário Estadual.

Segundo Moreno, Sinop vem se destacando muito no mercado de turismo de eventos. “Nós podemos ver a hotelaria crescendo a cada ano que nós vamos ao município. Sinop é um polo de referências de serviços, isso agrega também muito para o turismo, não só tecnológico, mas também turismo de eventos, de lazer, de pesca esportiva. Nós estamos vendo um esforço da prefeitura em fortalecer cada vez mais a cadeia do turismo para que ela seja forte e pujante no estado de Mato Grosso”, reforçou.

Leia Também:  Mais de 2,6 mil vagas de emprego são disponibilizadas pelo Sine-MT nesta semana

O setor de alimentação foi o que mais gerou empregos em 2021 e 2022 (401 postos de trabalho), seguido pelo setor de atividades desportivas e recreativas; serviços de alojamentos; aluguel de transportes; agências e operadoras; transporte terrestre e trasporte aéreo e transporte aquaviário. “As pessoas realmente estão procurando Sinop para fazer o turismo de lazer, prova disso é que nós estamos atendendo muita gente da região”, destacou o presidente da Associação dos Bares e Restaurantes de Sinop, Marcelo Barão.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

Publicados

em

Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

Leia Também:  VÍDEO: Revoltado com algumas decisões da justiça de "Soltar Bandidos" presos pela polícia, o Governador Mauro Mendes, defende com convicção um pacote de leis anti-crime

Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

Leia Também:  Juca apresenta indicações de melhorias em Rosário Oeste e Luciara

O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA