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Sucesso com gratuidade, Aquário Municipal recebe visitantes do estado e exterior

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O Aquário Municipal de Cuiabá está recebendo visitantes de diferentes locais de Mato Grosso de outros países. Até o momento, passaram por lá moradores de Portugal, Colômbia, Bolívia e Estados Unidos. No primeiro final de semana da gestão do prefeito Abilio Brunini, mais de 50 mil pessoas, sendo que as crianças não foram contabilizadas. Houve fila e a entrada foi conduzida em grupos de 50 pessoas.

O fluxo de público tem sido alto também no decorrer da semana, como visto na terça-feira (7) e na quarta-feira (8). A atitude do prefeito Abilio Brunini em liberar a entrada gratuita foi elogiada pelos visitantes, que não se intimidam nem mesmo com dias chuvosos.

Para o secretário Municipal de Turismo, Fernando Medeiros, a reabertura do Aquário Municipal agrega novas possibilidades. “Cuiabá é uma cidade carente de pontos turísticos e de equipamentos públicos. Quando olhamos para a cidade vemos o Museu da Caixa D’Água Velha, Museu do Rio, Parque das Águas, enfim, temos poucos pontos turísticos fora do Porto. O Aquário vem para mostrar para a sociedade a importância de termos atrativos turísticos, porque a sociedade abraça, ela traz a família, traz as crianças, ela quer usufruir e valorizar o que tem de bom”, pontuou Fernando. No caso do Parque das Águas, não está funcionando o show das águas, das fontes. A administração atual encontrou o local em situações bem precárias, tanto estrutura como limpeza, mas as melhorias serão implementadas no decorrer dos trabalhos.

São mais de 600 peixes de 40 espécies, três biomas Amazônia, Pantanal e Cerrado. Entre eles, Cachara, Pacu, Piraputanga, Piau e Pintas, Curimbatá, Armau, Pirarara, Dourado e outros.

Melhorias ainda serão implementadas, uma vez que a Secretaria Municipal de Turismo assumiu cem por cento a gestão do local. Uma delas será colocar o mirante em funcionamento.

“Achei maravilhoso, um espaço muito interessante para as famílias, para as crianças. Todos podem curtir e conhecer um pouco dos biomas de Mato Grosso. Importante para o município, atrai turistas e movimenta o comércio da região. As pessoas que vem de fora terão mais esta oportunidade de conhecer a história da nossa região, tem o museu contando um pouco disso. E o prefeito Abilio foi muito feliz na decisão de liberar a entrada gratuita para os visitantes, facilitou para toda a população, especialmente para os pais que tem mais filhos, e o pagamento onerava no orçamento. Com a gratuidade, alavanca outros setores, porque o valor que teriam que pagar pode ser revertido para outras finalidades, até mesmo um lanche para o filho”, explicou Adriana Garlet, que levou a filha Karen para conhecer o Aquário.

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Maxwel Marcos Santana de Figueiredo, morador do bairro Porto, já estava desacreditado de que o Aquário seria revitalizado. “Os moradores e comerciantes do entorno comemoram porque é um entretenimento muito bom e ficou muito interessante. Show de bola, bem climatizado, e melhor ainda por ser gratuito. Nosso prefeito agiu com sensibilidade, em casa somos em quatro, no mínimo seria R$ 80,00. Se fosse comer alguma coisa, por simples que fosse, não sairia por menos de R$ 150,00. É um dinheiro que dá para manter outras coisas”, disse o visitante.

Jôse Borges é professora e passou pelo local na terça-feira (8), com o esposo e filha, e saíram encantados. “Achei maravilhoso, lindo, amei. É muito importante para Cuiabá, para a cultura cuiabana. Dá para expandir o conhecimento através das escolas, trazendo as crianças das séries iniciais para conhecerem de perto os peixes da nossa região”, sugeriu ela.

Letícia Maria da Silva Bispo, moradora de Várzea Grande, atravessou a ponte que divide a cidade com Cuiabá, e trouxe toda a família, o marido João Vitor, a avó Maria José e dois filhos, um deles PCD (Pessoa Com Deficiência) e todos se divertiram, especialmente as crianças. Na oportunidade ela ressaltou a entrada gratuita como um marco, porque dá para levar toda as crianças e voltar mais vezes. “Estamos curtindo muito, minha filha é PCD (Pessoa com Deficiência) e a gente estava preocupado com a cadeira de rodas especial, mas deu tudo certo, tem acessibilidade, super tranquilo com ela, estamos nos divertindo”.

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Entre os visitantes estão moradores de outras cidades do Estado, como Mirian Resende, de Mirassol do Oeste (MT), que aproveitou a viagem a Cuiabá e foi com o esposo e filho ver as belezas do Aquário Municipal. Seu filho, Davi Resende, de 9 anos, disse que vai convidar seus colegas para também conhecerem porque os peixes são muito bonitos. O garoto é apaixonado por pescaria.

Rosimeire Silva dos Santos, do município de Nova Mutum (MT) também aproveitou a oportunidade na Capital para levar os filhos Artur, 7 anos, Otávio, 4 anos, e Alice de 2 aninhos.

REGRAS INTERNAS

Os visitantes devem se atentar para algumas orientações necessárias para a visitação, conforme alerta o secretário de Turismo Fernando Medeiros. Entre elas, a colaboração da limpeza e não jogando lixo no chão. “Não fazer muito barulho para não estressar os peixes, não bater no vidro, não tirar fotos com flash. Acredito que tem que ser uma parceria de mão dupla, a administração pública faz a parte que lhe compete e a população a sua, que tenham paciência com a fila”, explicou.

Tendas foram providenciadas para amenizar o calor no horário de sol e todo o suporte possível, diante da crise financeira pela qual o município está enfrentando está sendo providenciado. “A gestão fará o melhor para entregar o melhor para a população”, destacou Fernando.

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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