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Trem de pouso de avião se parte durante aterrisagem em MT; registro está vencido

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Um avião monomotor, modelo Piper Aircraft, fez um “pouso forçado” em uma área rural no Distrito  de São Pedro de Joselândia, no município de Barão de Melgaço (113 km de Cuiabá), neste domingo (13). Durante a operação, um dos trens de pouso se partiu e desprendeu por completo da fuselagem. Uma das hipóteses aventadas é de que o freio teria travado no momento da aterrissagem.

Por ora, não há informações se alguma pessoa ficou ferida. Também não há detalhes, até o momento, sobre quantas pessoas viajavam na aeronave de pequeno porte, cuja capacidade é para transporte de três passageiros.

Imagens feitas no local mostram o avião numa área de grama com a parte traseira da “barriga” no chão. O trem de pouso quebrado aparece ao lado. O Corpo de Bombeiros ainda não tem conhecimento da situação e nem o Centro Integrado de Operaçoes Aéreas do Estado (Ciopaer).

Conforme averiguado por FOLHAMAX junto aos bancos de dados da Agência Nacional de Avião Civil (Anac), o avião fabricado em 1973, está registrado em nome de Cleunesio Antônio Prolo. A aeronave possui classificação na categoria “privada – serviços aéreos privados”.

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As informações disponíveis no site da Anac sobre o avião também mostram que o certificado de aeronavegabilidade encontra-se cancelado, pois está vencido. Isso significa que que o avião não poderia estar voando.

“A não ser que ele teve um pedido de voo especial aprovado, por exemplo, para testar o avião após uma manutenção”, informou uma fonte, que é especialista em assuntos de aviação.

FOLHAMAX também procurou a Aeronáutica em Cuiabá, mas dois servidores de setor de torre, que faz o monitoramento do espaço aéreo, disseram que não podem repassar nenhuma informação para a imprensa.

FONTE/REPOST: Welington Sabino – FOLHAMAX

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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