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Tromba d’água chama atenção em cachoeira de Chapada dos Guimarães

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O cenário de seca que era encontrado por turistas que visitavam Chapada dos Guimarães (60 km de Cuiabá), vem mudando nas últimas semanas por conta da chuva. Na cachoeira da Prainha, uma tromba d’água chama atenção, conforme imagens compartilhadas nesta quarta-feira (24) por um guia de turismo.

A cachoeira da Prainha faz parte do Circuito das Cachoeiras do Parque Nacional de Chapada dos Guimarães e seu percurso possui cerca de sete quilômetros de trilha.

Seu acesso foi liberado recentemente depois de um decreto do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). No entanto, é necessário assinar um termo de risco. 

O local, que lembra uma praia, tem uma faixa de área e um poço grande para banho. No entanto, o cenário encontrado agora é diferente. 
 
A tromba d’água é um aumento repentino do volume da água em um rio ou cachoeira, geralmente, no período chuvoso.

FONTE/ REPOST: Fabiana Mendes – Olhar Direto 

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Exposição-cápsula apresenta imagens de Olinda Altomare na Casa do Parque

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Abrindo a temporada de exposições 2026 da A Casa do Parque, a mostra fotográfica AURA NOIR será inaugurada nesta quinta-feira (28), às 19h, com entrada gratuita. A exposição marca a estreia da magistrada cuiabana Olinda Altomare na fotografia autoral.

Há quatro anos, ela encontrou na arte fotográfica uma forma de ampliar a percepção do mundo, transformando o ato de fotografar em uma experiência sensorial, contemplativa e de expressão artística.

A mostra reúne oito obras em preto e branco captadas em incursões pela Chapada e pelo Pantanal. Em vez do registro documental ou turístico, Altomare constrói imagens de forte densidade visual, nas quais água, mata, luz e animalidade ultrapassam a paisagem e assumem presença quase escultórica.

Ao optar pela subtração da cor, a artista reorganiza o olhar. O preto, o branco e os contrastes extremos condensam a imagem ao essencial. Uma cabeça de jacaré emerge da água como força silenciosa e ancestral.

Árvores se expandem como arquitetura orgânica. O céu estrelado deixa de ser horizonte para se tornar campo de imensidão. Mais do que uma exposição inaugural, AURA NOIR surge como um primeiro recorte de uma pesquisa imagética marcada pela contenção, pela atmosfera e pela permanência do visível.

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“Olinda constrói, em AURA NOIR, uma fotografia baseada em contenção, contraste e permanência. A subtração da cor intensifica a presença da paisagem e desloca o olhar para além do registro documental. Produzidas em fine art, com obras apresentadas também em grandes dimensões, as imagens ampliam a experiência visual e reforçam a relação entre escala e contemplação”, afirma Flávia Salem, idealizadora da Casa do Parque e curadora da exposição.

Em um tempo em que a fotografia frequentemente se dissolve na velocidade da imagem cotidiana, Olinda Altomare opera na direção contrária: desacelera o olhar e devolve peso à contemplação.

 

Serviço

Assunto: Exposição-cápsula apresenta imagens de Olinda Altomare na Casa do Parque

Horário: 28 de maio, às 19h

Local: A Casa do Parque – R. Maj. Severino de Queiroz, 455 – Duque de Caxias II, Cuiabá

Entrada franca

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