MATO GROSSO
Unemat divulga edital para vestibular com 2.430 vagas em todo o Estado
MATO GROSSO
A Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) divulgou nessa quinta-feira (07.04) o edital do Vestibular 2022/2, para ingresso no segundo semestre deste ano. Esta edição oferta 2.430 vagas em 60 cursos, distribuídos em 12 municípios do Estado. As inscrições custam R$ 100 e deverão ser feitas de 12 de abril a 9 de maio. O pedido de isenção pode ser realizado de 18 a 20 de abril.
O edital pode ser acessado clicando aqui.
PROVAS
As provas serão aplicadas de forma presencial, nas cidades de Alta Floresta, Alto Araguaia, Barra do Bugres, Cáceres, Colíder, Cuiabá, Diamantino, Juara, Nova Canaã do Norte, Nova Mutum, Nova Xavantina, Pontes e Lacerda, Rondonópolis, Sinop e Tangará da Serra.
O Vestibular 2022/2 compreende duas fases: a primeira tem quatro provas objetivas, com questões sobre Ciências da Natureza e suas tecnologias, Matemática e suas tecnologias, Ciências Humanas e suas tecnologias, e Linguagens, Códigos e suas tecnologias. Já a segunda etapa é constituída de uma prova de redação. As duas fases serão realizadas em etapa única no dia 12 de junho, das 8 às 13 horas.
COTAS
A Unemat adota sistema de ações afirmativas: todos os cursos oferecidos destinam vagas para estudantes oriundos de escolas públicas, dentro das quais são ofertadas as vagas para candidatos negros, indígenas e com deficiência, ou seja, as pessoas que concorrem a estas vagas também devem ter estudando escola pública.
As cotas para candidatos negros incluem negros de pele escura (pretos) e negros de pele clara (pardos).
Cursos com 30 vagas reservam 18 vagas para alunos de escola pública, das quais 8 são para pretos e pardos, 1 para indígenas e 1 para pessoas com deficiência, com 8 para os demais candidatos de escola pública. 12 vagas serão destinadas à ampla concorrência.
Em cursos com 40 vagas, 24 são reservadas para alunos que cumpriram integralmente o Ensino Médio em escola pública. Destas 24 vagas, 10 são para estudantes negros, 2 para estudantes indígenas, 1 para estudantes com deficiência e 11 para os demais candidatos de escola pública. A ampla concorrência terá 16 vagas.
Já nos cursos de 50 vagas, a ampla concorrência terá 20 vagas, enquanto os alunos de escola pública terão 30. Destas 30, os candidatos pretos e pardos terão 13 vagas, os candidatos indígenas terão 2, as pessoas com deficiência terão 1 e os demais estudantes de escola pública terão 14 vagas.
Ao todo, são 119 vagas destinadas para indígenas, 610 vagas para estudantes negros, 60 para pessoas com deficiência, 669 para demais alunos da rede pública e 972 para ampla concorrência.
INCLUSÃO
O edital do vestibular também está disponível em Língua Brasileira de Sinais (Libras) na plataforma VLibras, que também publicará o resultado final. A prova também será disponibilizada em Libras, em formato de vídeo.
Está previsto no edital atendimento especializado para candidatos com deficiência física, cegueira, baixa visão, visão monocular, surdez, surdocegueira, déficit de atenção, dislexia, autismo, discalculia, entre outros, além do atendimento específico para candidata gestante ou lactante ou para candidato com outra condição transitória específica, como acidente ou pós-cirúrgico.
A Unemat também informa que, para candidato trans (travestis, transexuais e transgêneros e a todas as pessoas que se identifiquem com outro gênero que não aquele designado a partir do sexo biológico em seu nascimento), é ofertada a opção de utilização do nome social.
RESULTADO
O resultado final será divulgado a partir do dia 22 de julho. O período letivo terá início no dia 8 de agosto.
Todas as informações sobre as etapas do Vestibular e seus editais podem ser acessadas em: http://vestibular.unemat.br/
Confira quais são os nossos cursos e onde são ofertados:
– Administração: Diamantino, Juara, Nova Mutum, Sinop e Tangará da Serra
– Agronomia: Alta Floresta, Cáceres, Nova Mutum, Nova Xavantina e Tangará da Serra
– Arquitetura e Urbanismo: Barra do Bugres
– Ciência da Computação: Barra do Bugres, Cáceres e Rondonópolis
– Ciências Biológicas: Alta Floresta, Cáceres, Nova Xavantina e Tangará da Serra
– Ciências Contábeis: Cáceres, Nova Mutum, Sinop e Tangará da Serra
– Ciências Econômicas: Sinop
– Direito: Alta Floresta, Barra do Bugres, Cáceres, Diamantino e Pontes e Lacerda
– Educação Física: Cáceres e Diamantino
– Enfermagem: Cáceres, Diamantino e Tangará da Serra
– Engenharia Civil: Nova Canaã do Norte, Nova Xavantina, Sinop e Tangará da Serra
– Engenharia de Produção Agroindustrial: Barra do Bugres
– Engenharia Elétrica: Sinop
– Engenharia Florestal: Alta Floresta
– Geografia: Cáceres e Sinop
– História: Cáceres
– Jornalismo: Tangará da Serra
– Letras: Cáceres, Pontes e Lacerda, Rondonópolis, Sinop e Tangará da Serra
– Matemática: Barra do Bugres, Cáceres e Sinop
– Medicina: Cáceres
– Pedagogia: Cáceres, Juara e Sinop
– Sistemas de Informação: Sinop
– Turismo: Nova Xavantina
– Zootecnia: Pontes e Lacerda
MATO GROSSO
Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
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