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Unemat oferece 2.420 vagas pelo Sistema de Seleção Unificada; confira os cursos disponíveis

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A Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) oferece 2.420 vagas para ingresso no período letivo de 2022/1 por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do Ministério da Educação, que utiliza as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2021. A inscrição para o processo seletivo será feita exclusivamente pela página do Sisu entre os dias 15 a 18 de fevereiro.

Ao todo, estão disponíveis 60 cursos de graduação presencial da Instituição, distribuídos em 11 câmpus.

O resultado da 1ª Chamada será publicado no dia 22 de fevereiro, e os aprovados devem encaminhar documentação pelo Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas (Sigaa) entre os dias 23 de fevereiro e 8 de março. A matrícula será realizada pela própria Unemat, entre os dias 18 e 21 de março, e deve ser confirmada pelos candidatos até o dia 24 de março. As aulas iniciam no dia 14 de março.

Quem desejar participar da lista de espera para a 2ª Chamada deve manifestar interesse pelo site do Sisu de 22 de fevereiro a 8 de março. A 2ª Chamada ocorrerá no dia 11 de março.

O procedimento de verificação para estudantes negros e estudantes com deficiência será nos dias 10 e 14 de março, com divulgação do resultado do procedimento no dia 15.

Os interessados em participar da lista de espera para a 3ª Chamada e chamadas subsequentes devem manifestar interesse no dia 4 de abril.

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Clique aui para conferir o edital com as informações dos cursos oferecidos pela Unemat para ingresso em 2020/1, por meio das notas do Enem.

O cronograma de inscrição, seleção e matrícula dos estudantes está disponível na última página do edital.

Cotas

A Unemat oferta 60% das vagas para alunos oriundos de escolas públicas e 40% das vagas para ampla concorrência. Dentre as vagas reservadas para alunos da rede pública de ensino, estão inseridas as cotas do Programa de Integração e Inclusão Étnico-Racial (Piier) para negros (pretos e pardos) e para indígenas, bem como as cotas para pessoas com deficiência (PCD), ou seja, todos os candidatos que concorrem a cotas devem ser alunos da rede pública de ensino.

Cursos com 30 vagas reservam 18 vagas para alunos de escola pública, das quais 8 são para negros, 1 para indígenas e 1 para pessoas com deficiência, as outras 8 são para os demais candidatos. Para a ampla concorrência serão destinadas 12 vagas.

Em cursos com 40 vagas, 24 serão reservadas para alunos que cumpriram integralmente o Ensino Médio em escola pública. Destas 24 vagas, 10 são para estudantes negros, 2 para estudantes indígenas, 1 para estudantes com deficiência e 11 para os demais candidatos. A ampla concorrência terá 16 vagas.

Já nos cursos de 50 vagas, a ampla concorrência terá 20 vagas, enquanto os alunos de escola pública terão 30. Destas 30, os candidatos negros terão 13 vagas, os candidatos indígenas terão 2, as pessoas com deficiência terão 1 e os demais estudantes de escola pública terão 14 vagas.

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Ao todo, 119 vagas são destinadas para indígenas, 607 vagas para estudantes negros, 60 para pessoas com deficiência, 666 para alunos da rede pública e 968 para ampla concorrência. As vagas estão distribuídas em 60 cursos, divididos entre 11 câmpus da Unemat.

Cursos Ofertados por câmpus

Alta Floresta: Agronomia, Ciências Biológicas, Direito e Engenharia Florestal

Alto Araguaia: Ciência da Computação e Letras

Barra do Bugres: Arquitetura e Urbanismo, Ciência da Computação, Direito, Engenharia de Alimentos, Engenharia de Produção Agroindustrial e Matemática

Cáceres: Agronomia, Ciência da Computação, Ciências Biológicas, Ciências Contábeis, Direito, Educação Física, Enfermagem, Geografia, História, Letras, Matemática, Medicina e Pedagogia

Diamantino: Administração, Direito, Educação Física e Enfermagem

Juara: Administração e Pedagogia

Nova Mutum: Administração, Agronomia e Ciências Contábeis

Nova Xavantina: Agronomia, Ciências Biológicas, Engenharia Civil e Turismo

Pontes e Lacerda: Direito, Letras e Zootecnia

Sinop: Administração, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas, Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, Geografia, Letras, Matemática, Pedagogia e Sistemas de Informação

Tangará da Serra: Administração/Matutino, Administração/Noturno, Agronomia, Ciências Biológicas, Ciências Contábeis, Enfermagem, Engenharia Civil, Jornalismo e Letras

Fonte: GOV MT

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Produtores de Rondonópolis e Lucas do Rio Verde debatem gestão e eficiência nas granjas

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A gestão das equipes, a saúde dos animais e o uso de dados para orientar decisões nas granjas pautaram os Encontros Regionais da Suinocultura promovidos pela Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), em Lucas do Rio Verde e Rondonópolis. Realizada nos sindicatos rurais dos dois municípios, a programação reuniu produtores e profissionais do setor para compartilhar conhecimentos e discutir desafios da atividade.

Presente nas duas edições, Guto Zanata, da SerHumano Profissional, abordou boas práticas de gestão e liderança. O palestrante destacou que os investimentos em equipamentos, tecnologia e genética precisam ser acompanhados pela preparação das pessoas responsáveis pela operação. Segundo ele, a qualidade da liderança influencia diretamente a eficiência e os resultados das empresas.

“O investimento na liderança, nos gestores de cada setor, impacta diretamente no resultado que a empresa precisa ter”, afirmou Zanata. O palestrante também abordou a convivência entre diferentes gerações nas equipes e a necessidade de os gestores reconhecerem as expectativas e formas de trabalho de cada uma.

Em Lucas do Rio Verde, Marcus Rezende, da Olmix/Brasil Central, tratou dos riscos das micotoxinas, substâncias produzidas por fungos que podem estar presentes nas lavouras e durante a armazenagem dos insumos. O especialista destacou os possíveis prejuízos à reprodução, ao consumo de alimento, ao sistema digestivo e à imunidade dos suínos.

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“Não importa de onde ela vem. Se ela chegar no seu suíno, ela vai causar prejuízos”, alertou Rezende. Ele reforçou a importância das boas práticas e da escolha de insumos para o controle desses riscos na produção.

A nutrição de precisão foi abordada por Daniel Graciolli, da De Heus, que apresentou o uso da modelagem na rotina das granjas. Ele explicou que o sistema GPS utiliza uma base de dados de lotes de animais para realizar projeções e apoiar o planejamento da produção.

Segundo Graciolli, a ferramenta “ajuda o produtor a tomar a decisão correta, na hora correta”. O palestrante destacou a crescente aplicação da modelagem nos sistemas de produção e sua relação com o avanço da inteligência artificial.

Em Rondonópolis, a programação incluiu a palestra “Suinocultura com menos antibióticos: o que podemos fazer?”, com Katiuscia Mota, da Feedis/Brasil Central. O tema ampliou o debate sobre os cuidados com a saúde dos animais e as estratégias para reduzir o uso de antibióticos na atividade.

O uso da modelagem para a nutrição de precisão também integrou a edição de Rondonópolis, com Marco Lubas, da De Heus. A programação contou ainda com Bruna Alves Caetano, da Tecnomerc, responsável pela palestra “Visão holística do especialista”.

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Para Jair Miguel Maule, presidente da CooperMutum e participante do encontro em Lucas do Rio Verde, a realização dessas iniciativas aproxima os suinocultores e cria oportunidades de atualização e troca de experiências, inclusive em períodos de dificuldade para o setor.

“Ouvindo umas palestras, trocando umas ideias, revendo as pessoas. E mesmo na dificuldade é importante a gente estar presente”, afirmou. Maule também ressaltou a necessidade de preparar colaboradores e líderes para acompanhar as mudanças tecnológicas e as melhorias nos indicadores de produção.

Com as duas edições, a Acrismat fortalece o intercâmbio de conhecimentos entre produtores e especialistas, conectando aspectos técnicos e de gestão que se complementam no dia a dia das granjas e contribuem para a eficiência da suinocultura mato-grossense.

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