MATO GROSSO
Unidade do programa SER Criança será inaugurada em Poconé nesta quinta-feira (9)
MATO GROSSO
A meta do Estado é ampliar o programa idealizado pela primeira-dama Virginia Mendes para outros municípios.
“O projeto SER Criança foi pensado com muito carinho. Nele, as crianças terão acompanhamento de profissionais habilitados para o desenvolvimento das atividades, incluindo oficinas lúdicas, cognitivas, esportivas e culturais, distribuídas em programas específicos. Vamos ampliar o atendimento a outros municípios”, informou a primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes.
As crianças do programa têm idades entre 4 e 12 anos.![]()
O custo da construção do prédio foi de R$ 2.027.604,06. Por ano, o Governo investirá o total de R$ 7.107.155,10 nesse programa, incluindo a execução do projeto, o aparelhamento da unidade, os uniformes para os alunos, o custo com as refeições em cada turno, além da capacitação dos profissionais que vão trabalhar na unidade modelo.
O programa SER Criança proporcionará aos alunos as seguintes atividades: oficinas lúdicas, cognitivas, esportivas e culturais, bem como os serviços socioassistenciais, socioculturais, socioeducativos e psicológicos para crianças em situação de vulnerabilidade e alto risco social, auxiliando-os na superação de tais fatores.
A execução do programa é uma ação da Setasc, por meio da equipe técnica da Secretaria Adjunta de Programa e Projetos Especiais e Atenção à Família (Sappeaf), e conta com a parceria do município de Poconé, que doou o terreno para a construção e contribuirá com parte do custo de manutenção, bem como será responsável pela execução do programa.
De acordo com a secretária interina de Assistência Social e Cidadania do Estado, Grasielle Bugalho, o programa tem o olhar social e cuidadoso da primeira-dama e tudo foi construído com muito carinho e amor para que as crianças recebam atendimento especializado e com qualidade técnica de alto nível e se sintam bem acolhidas.![]()
A secretária de Assistência Social e primeira-dama do município de Poconé, Joelma Gomes, destaca que o SER Criança, será um marco na política pública social do município de Poconé. As famílias terão um espaço onde as crianças, durante o contra turno escolar, em um ambiente construído único e exclusivamente para acolher e fortalecer os vínculos familiares e contribuir com o desenvolvimento de cada um deles.
“Estamos todos encantados com a estrutura do prédio, a qualidade dos uniformes e toda a metodologia de atendimento, desenvolvidas para ser trabalhadas na unidade, pois sabíamos da necessidade e da importância de desenvolver um trabalho desse nível com as nossas crianças, por isso acreditamos que aqueles que estiverem inscritos no programa SER Criança, terão uma outra perspectiva de vida e crescimento pessoal e é esse o nosso objetivo”, avaliou Joelma Gomes.
Fonte: GOV MT
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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