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Unidades especializados da SES realizam coleta de sangue e entregam cadeiras de rodas em Juína

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As unidades especializadas do Centro de Reabilitação Integral Dom Aquino Corrêas (Cridac) e do MT Hemocentro, geridas pela Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT), iniciam, nesta segunda-feira (30.01), atendimentos em saúde no município de Juína, por meio do projeto “Ir, a melhor forma para incluir”. Durante a ação, que segue até sexta-feira (03.02), haverá coleta de sangue de doador voluntário, entrega de cadeiras de rodas para pacientes regulados e atendimentos diversos.

“Nossa proposta é levar os serviços da SES ao usuário do Sistema Único de Saúde do interior do Estado. Queremos incluí-lo e promover acesso à nossa cartela de serviços especializados. Assim, fazemos um trabalho com itinerante com eficiência e inclusão”, diz o secretário Estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo. 

A carreta ortopédica do Cridac e o caminhão do MT Hemocentro realizarão os atendimentos em parceria com o município de Juína das 8h às 17h, no pátio da prefeitura, localizada na travessa Emmanuel, Nº 33, no Centro. 

A expectativa é de que sejam atendidas mais de 200 pessoas durante os cinco dias de atendimento na cidade. Entre os serviços ofertados pela carreta ortopédica estão a entrega de 12 cadeiras de rodas para os pacientes que fazem atendimento no Cridac, entrega de muletas, bengalas, andadores aos pacientes cadastrados no município, além de abertura de processo para confecção de cadeira de rodas e de banho, órteses, próteses e aparelho auditivo. Já o caminhão do MT Hemocentro deve coletar sangue e cadastrar candidatos a doação de medula óssea.

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Conforme explica a secretária adjunta de Unidades Especializadas da SES, Arlete Lima, o projeto visa percorrer diversas cidades do interior do estado em parceria com os municípios. A gestora informa que o Centro Estadual de Referência em Média e Alta Complexidade (Cermac) deve integrar o projeto a partir das próximas viagens, cujo cronograma será divulgado em breve.

Fonte: GOV MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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