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“Ver meu filho assistir ao jogo do Brasil na Arena foi a realização de um sonho”, afirma mãe de autista sorteado pela Setasc

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A noite desta quinta-feira (12.10) ficará marcada na memória dos autistas e familiares que estiveram no camarote, da Arena Pantanal, em Cuiabá, para assistir à partida da Seleção Brasileira de Futebol Masculino contra a Venezuela, pela terceira rodada das Eliminatórias Sul-Americanas da Copa do Mundo 2026.

Ao todo, seis inscritos na Carteira de Identificação do Autista foram sorteados pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT) para assistirem ao jogo. A ação, que faz parte do Programa SER Família Inclusivo, idealizado pela primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, foi realizada em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

“Graças a Deus e os esforços dos nossos parceiros, CBF, Cuiabá Esporte Clube e Federação Mato-grossense de Futebol, conseguimos trazer os autistas e seus familiares e manter o que prometemos, todos os jogos na Arena eles terão o lugar deles preparado e reservado”, disse a primeira-dama de MT, Virginia Mendes.

Sorteado pela segunda vez para o camarote, Luiz Gustavo Salustiano veio do município de Dom Aquino (170 km de Cuiabá), acompanhado da sua mãe, Laiza Salustiano. Emocionada, ela agradeceu à primeira-dama Virginia Mendes e ao Mauro Mendes pela iniciativa, em também proporcionar essa experiência para o jogo da Seleção Brasileira.

“Primeiramente, eu quero agradecer a Deus por estar aqui e a eles por realizar este sonho, trazer um autista para ver um jogo do Brasil. É a segunda vez que estou aqui e sou imensamente grata a ela, por proporcionar isso ao meu filho e a todas as mães e pais, porque o autista tem as suas limitações. Mas aqui é um lugar muito receptivo, caloroso e aconchegante. É muito bem organizado, com todos os cuidados para o bem-estar deles”, declarou.

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Laiza ainda afirmou que esta foi a melhor ação já feita, em toda a sua vida.

“Esse projeto maravilhoso que a primeira-dama fez para as crianças autistas foi a melhor ação que eu já vi até hoje na minha vida. E eu só tenho a agradecer porque foi um sonho, tanto dele quanto meu e de outros pais e mães que estão aqui para assistir ao jogo do Brasil. Agradeço muito e peço à Deus que a abençoe muito e que esse projeto maravilhoso continue a abençoar outras famílias”, reforçou.

Para a secretária da Setasc, Grasi Bugalho, é uma alegria muito grande poder proporcionar aos autistas e seus responsáveis um momento tão especial.

“Com certeza, este dia ficará guardado na memória como a realização de um sonho ao assistir o jogo da Seleção Brasileira, principalmente, num ambiente adequado e preparado para que todos fiquem confortáveis e seguros para, realmente, curtir o momento. Só temos a agradecer a confiança depositada no Governo do Estado a todos que se inscreveram para participar do sorteio para o camarote do autista, não só para o jogo da Seleção, mas para todos os jogos do Cuiabá”, afirmou a secretária.

Grasi também destacou o apoio importante da primeira-dama Virginia Mendes, que idealizou o Programa SER Família Inclusivo, e da senadora Margareth Buzetti. Ela ainda agradeceu ao Cuiabá Esporte Clube, por acreditar no projeto e apoiar a Setasc durante todo o ano de 2023.

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“O dia de hoje coroou todo o trabalho que temos realizado ao longo deste ano, em especial com os autistas. E que venham os próximos jogos. Estaremos aqui torcendo pelo Brasil e pelo Cuiabá”, acrescentou.

Gabriel Cavalcante e a sua mãe, Simária Cavalcante Carvalho, tiveram a experiência de participar do camarote do autista pela primeira vez. Para Simária, foi uma surpresa o filho ter sido o primeiro sorteado para assistir o jogo da Seleção Brasileira de Futebol.

“Foi uma surpresa muito grande por ele ter sido o primeiro sorteado, em mais de 300 inscrições, por este projeto lindo, maravilhoso da primeira-dama do Estado, Virginia Mendes. Quero agradecê-la por esta oportunidade e pedir que a senhora continue estimulando esse projeto lindo. Que ele chegue a outras famílias, às outras mãezinhas de autistas, dando a mesma oportunidade que nos deu de estar assistindo uma partida de futebol, pela primeira vez, na Arena Pantanal, ainda mais sendo o Brasil e a Venezuela, que ficará marcado para sempre. Muito obrigada e que Deus a abençoe”, afirmou.

Wilson Ribeiro, pai do Ian Conrado, outro completado para assistir ao jogo no camarote, agradeceu ao Governo do Estado de Mato Grosso, em especial à primeira-dama de MT, pela iniciativa. “Agradeço por essa oportunidade de trazer os autistas ao estádio e assistir ao jogo do Brasil. Sem dúvidas, vai fazer a diferença na vida dele e de todos que estiveram presentes nesta noite. Muito obrigado”, disse.

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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