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INVESTIMENTO NA SAÚDE

Vereador Manoelzinho envia R$ 41,8 mil em emendas para mobiliar PSF das comunidades rurais de Livramento

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O vereador Manoel Gonçalo de Campos, conhecido como Manoelzinho (PSB), anunciou recentemente a indicação de uma emenda impositiva no valor de R$ 41,8 mil para a aquisição de mobiliários novos para os Postos de Saúde da Família nas comunidades rurais Barreiro e Estrela do Oriente, situadas no município de Livramento, no estado de Minas Gerais.

Segundo o parlamentar, a medida visa a melhoria do atendimento à saúde da população, garantindo melhores condições de trabalho para os profissionais da área. Manoelzinho enfatiza que todos os cidadãos livramentenses merecem um atendimento de qualidade e que a aquisição de novos equipamentos contribuirá significativamente para essa finalidade.

Os Postos de Saúde da Família são unidades de atendimento primário da saúde que possuem como objetivo principal prevenir e tratar doenças, além de promover a saúde e bem-estar da população. Nas comunidades rurais Barreiro e Estrela do Oriente, essas unidades são essenciais para garantir o acesso à saúde para as pessoas que vivem em áreas remotas e de difícil acesso.

Com a indicação da emenda impositiva, espera-se que os Postos de Saúde da Família de Barreiro e Estrela do Oriente possam ser equipados com mobiliários modernos e funcionais, possibilitando um melhor atendimento à população. Com isso, os profissionais da saúde terão melhores condições para realizar seus trabalhos e, consequentemente, os pacientes poderão contar com serviços mais eficientes e de qualidade.

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A iniciativa do vereador Manoelzinho é um importante passo para a melhoria da saúde no município de Livramento, destacando a importância da atenção primária à saúde para garantir o bem-estar da população. É fundamental que outras medidas como essa sejam tomadas para garantir o acesso universal e integral à saúde para todos os cidadãos.

Fonte: Política MT

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Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

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A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

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Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

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Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

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