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Vereador propõe projeto de combate ao racismo em estádios de Cuiabá

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O aumento da discriminação racial no futebol brasileiro e a deficiência nas punições por parte do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) foi o que motivou o vereador Dr. Luiz Fernando (Republicanos) a apresentar o projeto de lei “Vini Jr” que visa o combate ao racismo nos estádios de Cuiabá. A história de discriminação contra o atacante brasileiro do Real Madrid, ganhou destaque na mídia e por isso o parlamentar disse que resolveu dar o nome do jogador ao projeto.
“São inúmeros episódios de discriminação contra jogadores e é inadmissível que isso continue acontecendo. As pessoas precisam ter respeito, os estádios têm que ser espaços acolhedores, destinados a unir culturas e povos, sem distinção de credo, raça ou origem”, contextualizou o republicano.
De acordo com o PL nº 119/2023, protocolado no dia 25 de junho, durante as atividades esportivas realizadas nos estádios da Capital, deverão ser divulgadas campanhas educativas de combate ao racismo. As orientações deverão ser transmitidas antes de se iniciar as partidas e também nos intervalos das mesmas, por meio de veículos de comunicação de grande alcance, tais como telões, alto falantes, murais, telas, panfletos, outdoors e outros.
A proposta, busca medidas concretas de antirracismo, como a criação do “Protocolo de Combate ao Racismo” – que incentiva ao respeito. De acordo com o Protocolo todo cidadão poderá fazer denúncias as autoridades presentes nos estádios.
Ao tomar conhecimento as autoridades deverão informar imediatamente ao plantão do juizado do torcedor presente no estádio, ao organizador do evento esportivo e ao delegado de partida quando houver e, se for possível, ao Ministério Público, Defensoria Pública e delegacia especializada. São consideradas autoridades públicas: policiais militares, bombeiros, guardas ou qualquer funcionário da segurança do estádio.
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Prorrogação de incentivo fiscal garante alívio ao setor suinícola de Mato Grosso

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O Governo de Mato Grosso prorrogou até 31 de dezembro de 2026 o crédito presumido do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) concedido por meio do Programa de Desenvolvimento Rural de Mato Grosso (Proder) para atividades da suinocultura. O benefício, que mantém o percentual de 75% de incentivo nas operações interestaduais com suínos vivos, terminaria no dia 31 de abril, mas foi estendido até 31 de dezembro de 2026, garantindo fôlego ao setor produtivo em um momento de desafios econômicos.

A medida atende a uma demanda apresentada pela Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), com apoio institucional do Fórum Agro, Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), Sindicato das Indústrias Frigoríficas do Estado de Mato Grosso (Sindifrigo) e Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec).

De acordo com a Resolução nº 269/2026 do Conselho Deliberativo dos Programas de Desenvolvimento de Mato Grosso (Condeprodemat), publicada após a 33ª Reunião Extraordinária do colegiado, realizada no mês de março, fica autorizada a manutenção da fruição cumulativa de benefícios fiscais nas operações interestaduais de suínos destinados ao abate, engorda, reprodução, cria e recria.

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Na prática, o incentivo mantém reduzida a carga tributária nas saídas interestaduais de suínos vivos, assegurando maior competitividade aos produtores mato-grossenses no mercado nacional. O mecanismo combina crédito outorgado e redução de base de cálculo do ICMS, conforme previsto em convênios do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e regulamentações estaduais.

A prorrogação ocorre em um contexto de pressão sobre os custos de produção e margens do setor, especialmente diante de oscilações de mercado e aumento de custos operacionais. Para o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, a manutenção do incentivo fiscal contribui para preservar a atividade, estimular investimentos e garantir previsibilidade aos produtores.

“Esse incentivo é fundamental não só para o desenvolvimento da suinocultura de Mato Grosso como a manutenção de produtores na atividade, visto que o primeiro trimestre foi de desvalorização do preço pago ao produtor. Para se ter uma ideia, iniciamos o ano com R$ 8,00 pago ao produtor por cada quilo do animal vivo, e agora no início de abril esse valor está em R$ 6,20, uma queda de 22% aproximadamente”, pondera Frederico.

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Com a decisão, o setor suinícola ganha mais tempo para enfrentar o atual cenário econômico, enquanto entidades representativas seguem dialogando com o poder público em busca de medidas estruturais que contribuam para a sustentabilidade da produção em Mato Grosso.

O Proder é um dos principais instrumentos de incentivo ao desenvolvimento rural no estado, permitindo a concessão de benefícios fiscais a segmentos estratégicos da agropecuária, com foco na agregação de valor, geração de emprego e fortalecimento da competitividade.

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