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VÍDEO: Uma carga de madeira caiu de cima de um caminhão e deixou o trânsito complicado no Viaduto Isabel Campos, na região da avenida da FEB, em Várzea Grande

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Leia Também:  O prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini, determinou uma ação emergencial na rodovia Contorno Leste após acidentes ocorridos na via nos últimos dias, por falta de iluminação e sinalização. A medida anunciada na noite de sexta-feira (3), visa melhorar a segurança e prevenir novos acidentes, atendendo a uma preocupação da população e comerciantes da região. “Nossa meta é restabelecer a iluminação, meta inicial. Toda sinalização viária, e qualquer um percebe, não tem, deveria ter sido feita na via, marcadores na pista para orientar onde as pessoas devem passar. A sinalização viária horizontal e vertical que geralmente é utilizada e deveria estar presente aqui, não tem”, frisou o prefeito. Abílio destacou o serviço mal-feito para que uma pequena parte do Contorno Leste pudesse ser inaugurado pelo gestor que o antecedeu. “Foi feita uma maquiagem para poder inaugurar um pequeno trecho, para fazer média com o ministro do Supremo Tribunal Federal. Inclusive foi realizada uma gambiarra para fornecimento de energia e a finalidade fosse atingida”, disse o prefeito ao falar com a imprensa e técnicos da área que estavam acompanhando a visita no Contorno Leste. E adiantou que adotará as medidas cabíveis, cobrará a responsabilidade do engenheiro da obra e do fiscal de Contrato. E se for necessário, acionará na justiça o antigo gestor. Durante a vistoria foram constatados problemas significativos, como a falta de sinalização viária adequada e a escassez de iluminação inclusive em pontos que demandam maior cuidado, como rotatórias que dão acesso a entrada dos bairros. Essas condições, segundo especialistas que participaram da vistoria, têm contribuído para o aumento de acidentes, especialmente durante a noite, quando a visibilidade se torna ainda mais prejudicada. A falta de placas de sinalização e a ausência de iluminação têm gerado insegurança tanto para motoristas quanto para pedestres que transitam pela região. A via, importante para o tráfego de veículos e transporte diversos requer intervenções rápidas para garantir que as condições de trafegabilidade sejam adequadas e seguras para todos. De acordo com o setor de iluminação pública da Prefeitura de Cuiabá, o Contorno Leste não tinha projeto adequado e por conta disso a Empresa Eletronorte bloqueou a iluminação no restante da via. Isso porque existiam algumas pendências, como por exemplo, a questão dos cruzamentos embaixo da linha de alta tensão (linhão). Os postes de metal que foram colocados estão inadequados e devem ser trocados em diversos pontos. Além disso devem ter no máximo 2 metros de altura, caso contrário podem ocasionar mortes, por conta da linha de alta tensão. Existem normas técnicas por conta dos cabos de indução que devem ser respeitadas. Um novo projeto teria sido feito e aguarda a autorização da Eletronorte. Em resposta a essa situação, a Prefeitura de Cuiabá, por meio das Secretarias de Mobilidade Urbana e Obras, já iniciou a instalação de novas placas de sinalização, como alertas de velocidade, curvas perigosas e a indicação de faixas de pedestres. Além disso, um projeto emergencial foi elaborado para a instalação de postes de iluminação ao longo da rodovia, priorizando os trechos mais críticos, onde a escuridão tem sido um dos fatores principais para a ocorrência de acidentes. "O objetivo é garantir a segurança de quem utiliza a Contorno Leste, principalmente à noite, quando os riscos são maiores. Estamos adotando medidas imediatas, como a sinalização de advertência e a iluminação da via, para que as pessoas possam trafegar com mais tranquilidade e segurança", afirmou o prefeito Abílio Brunini. Além das intervenções emergenciais, a administração municipal está planejando ações a médio e longo prazo para requalificar a Contorno Leste, oportunizando melhorias nas condições gerais da rodovia, com o intuito de promover uma mobilidade urbana mais segura e eficiente.
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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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