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Vila Bela tem atenção do Estado pela primeira vez em anos

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O primeiro dia da programação em Vila Bela da Santíssima Trindade (521 km a Oeste de Cuiabá), data em que o Governo do Estado transferiu sua sede para a cidade que foi a primeira capital mato-grossense, foi repleto de atividades e serviços oferecidos à população pelas secretarias da administração estadual.

Vila Bela, que completa 264 anos de fundação em 2016, será sede simbólica do Governo Estadual todos os anos, no dia de seu aniversário de fundação, em 19 de março, conforme prevê a Lei 10.377, publicada em 02 de março deste ano.

Durante a manhã, o governador Pedro Taques e sua equipe, assim como deputados estaduais, federais, prefeitos e vereadores da região, foram recebidos pelos dançarinos do Congo, dança tradicional de Vila Bela. Vários termos de cooperação e de convênios foram assinados, levando benefícios para cidades da região.

Durante a tarde, Taques manteve reunião com vários prefeitos, recebendo as demandas, e também realizou uma reunião de trabalho com as forças de segurança, traçando metas para este ano, com foco no trabalho integrado entre as áreas e com o Judiciário e Ministério Público Estadual.

Preservação da memória

No fim da tarde de sexta-feira, a Assembleia Legislativa foi instalada na Câmara de Vereadores de Vila Bela e homenageou várias personalidades da cidade. “Alguém que não conhece de onde veio, dificilmente vai saber para onde vai. Estamos aqui hoje em reconhecimento à história de Vila Bela, ao papel que do povo daqui em defender o nosso território. É uma honra estar presente neste momento e só podemos parabenizar o governador pela iniciativa de transformar Vila Bela, novamente, em capital de Mato Grosso”, afirmou o presidente do Legislativo estadual, deputado Guilherme Maluf.

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O prefeito da cidade, Anderson de Andrade, agradeceu o reconhecimento do Estado à importância da cidade. “Nunca antes recebemos tantas ações e tanta atenção à nossa cidade. Temos muito orgulho de ver isso acontecer. Sempre fomos muito bem recebidos por esse governo e sei que nossas demandas terão respostas positivas. Esse é um tempo de muitas mudanças.”

Na sede simbólica da Assembleia Legislativa, o governador contou um pouco da história de Vila Bela da Santíssima Trindade e reafirmou a importância histórica de várias pessoas que passaram pela cidade. “Minha família chegou aqui em 1720, apenas um ano depois que o Vale do Guaporé foi nomeado, com a senhora Balbina Taques. Estar aqui hoje não é apenas o meu dever como governador, é também meu dever como filho desta terra e nos emociona encontrar um pouco de nossa história em cada canto da cidade”, disse.

Programação

Neste sábado, a partir das 08h, ocorre a tradicional Missa Comemorativa do aniversário da cidade e, em seguida, desfile cívico na Praça Central. Às 10h30, o governador Pedro Taques terá reunião com representantes dos movimentos em defesa da igualdade racial.

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Às 14h, Taques continua as reuniões com os prefeitos e vereadores de toda a região. À noite haverá apresentação de Siriri e Cururu, Dança do Chorado e show nacional com Margareth Menezes.

Sábado, 19 de março

08h – Tradicional Missa Comemorativa

Local: Igreja Matriz – Praça Central

09h30 – Desfile Cívico

Local: Praça Central – Rua Pouso Alegre

10h30 – Reunião com representantes dos movimentos de defesa da igualdade racial

Local: Gabinete do Governador – Palácio dos Capitães Generais

12h – Tradicional Almoço Comunitário

Local: Centro Comunitário Paroquial São Francisco de Assis.

14h – Reunião com os Prefeitos dos Consórcios do Vale do Guaporé e Nascentes do Pantanal

Local: Palácio dos Capitães Generais

Agenda cultural

Sábado, 19 de março

18h – Cine RuínasLocal: Tenda Espaço Ruínas. Travessa do Palácio esquina com a Rua Municipal

Filme: Vila Bela e Ruínas e outras cinematografias

Apresentação dos alunos do Projeto Musicar (ao longo do dia)

Local: Espaço Cultural

19h30 – Show de Encerramento

Local: Praça Cultural de Eventos

Apresentações: Siriri e Cururu de Nossa Senhora do Livramento, Dança do Chorado, Ana Rafaela & Lorena Ly, Margareth Menezes

Fonte: GOV MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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