TIRO NA CABEÇA
Homem sai para buscar pinga e na volta encontra amigo morto em fazenda
MATO GROSSO
Um homem de 42 anos, identificado como “GE”, foi morto com um tiro na cabeça na noite do último sábado (30 de setembro), em Nova Bandeirantes (1.000 Km de Cuiabá), depois de uma discussão por uma chave de um veículo da vítima, que teria “sumido”.
O registro de ocorrência da PM relata que recebeu a informação do assassinato do próprio filho do suspeito. Ele contou que seu pai, de 58 anos, tinha atirado num homem. A PM foi até o local e encontrou a vítima caída, com um tiro na cabeça, próximo à porteira de uma propriedade rural.
A PM fez buscas na região mas não encontrou o suspeito, localizando, entretanto, uma arma de fogo artesanal, calibre 38, que teria sido utilizada no crime. Uma testemunha, amiga da vítima, também estava no local.
De acordo com o relato, a testemunha e a vítima se dirigiam a uma propriedade rural em Nova Bandeirantes chamada “Fazenda Quatro Marcos”, quando resolveram ir até a casa do suspeito. Na residência, segundo a testemunha, uma discussão teve início sobre uma chave de um veículo que pertenceria ao homem morto.
Nesse momento, a testemunha contou aos policiais que saiu para “buscar uma garrafa de pinga”, mas que quando voltou encontrou o amigo morto.
O suspeito permanece foragido. A Polícia Judiciária Civil (PJC) e a Politec deram suporte à ocorrência.
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0