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Polícia Civil desarticula grupo criminoso envolvido com esquema de extorsão em Barra do Garças

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) e da 2ª Delegacia de Polícia de Barra do Garças (509 km a leste de Cuiabá), deflagrou tarde de segunda-feira (06.05), a Operação Arco-íris, com foco na desarticulação de um esquema criminoso, voltado para extorsão de vítimas que eram filmadas durante programas sexuais.

A operação deu cumprimento a seis mandados de busca e apreensão domiciliar com alvo em integrantes do grupo de travestis envolvido no crime. Os mandados foram cumpridos em seis quitinetes de um residencial, onde cada um dos investigados residia.

As investigações apontam que o esquema era coordenado por um grupo de travestis, que usava um menor de idade como isca para atrair homens para programas sexuais, sendo as vítimas abordadas durante a noite, em postos de combustíveis no trevo da cidade.

Durante a realização do programa contratado, a vítima era filmada, por uma das travestis integrantes do grupo e as imagens eram posteriormente utilizadas para ameaçar e extorquir as vítimas, sob a acusação de pedofilia. Em um dos vídeos feito pelo grupo, a vítima aparece amarrada e amordaçada, sendo agredida com tapas e socos, enquanto a integrante do grupo o acusa de pedofilia.

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Com base nas investigações, foi representado pelos mandados de busca e apreensão contra os envolvidos, sendo as ordens judiciais cumpridas em residências e locais utilizados para os atos sexuais. As buscas resultaram na apreensão de documentos pessoais, cartões de contas bancárias de terceiros (possivelmente clientes) e instrumentos de procedimentos cirúrgicos.

Os delegados responsáveis pelas investigações, Welber Batista Franco, Joaquim Leitão Júnior e Nelder Martins Pereira, ressaltam que a operação tem o objetivo de cessar essa modalidade criminosa de extorsão e combater a exploração sexual, principalmente de menores, que são utilizados como meio de auferir vantagens ilícitas.

As investigações seguem em andamento para levantamento de outros elementos, assim como para identificação de outras vítimas e pessoas envolvidas no crime.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Operação Prende Suspeitos de Envolvimento em Ataques a Casa e Escritório de Advogado

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A Delegacia da Polícia Civil de Lucas do Rio Verde deflagrou a Operação Contra Impetum para cumprir nove mandados judiciais, nesta quinta-feira (16.1), contra integrantes de uma facção criminosa envolvidos no ataque à casa e escritório de um advogado e a uma empresa da cidade.

Estão em cumprimento seis ordens de prisão e três de buscas e apreensões empregando um efetivo de policiais civis da região, com apoio da Gerência de Operações Especiais da Polícia Civil.

A operação é uma contrarresposta da Polícia Civil aos ataques ordenados por membros da facção criminosa contra três locais em Lucas do Rio Verde. Os mandados foram deferidos pelo juízo da 5a Vara Criminal de Sinop, de combate ao crime organizado.

O primeiro ataque ocorreu no dia 1° de novembro contra a sede de uma empresa agrícola. O segundo foi registrado na noite de dois de novembro, contra o escritório do advogado. No dia seguinte, a residência do profissional foi também alvo de disparos de arma de fogo.

Investigação

Com o início das diligências investigativas, a equipe da Delegacia de Lucas do Rio Verde apurou que na data anterior aos ataques ao escritório e casa do advogado, a sede de uma empresa agrícola na cidade também foi alvo de disparos de arma de fogo.

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As investigações apontaram que os ataques foram ordenados por dois integrantes de uma facção, identificados no inquérito policial, e executados por cinco outros criminosos ligados ao grupo. Um dos líderes da facção chegou a enviar mensagens ao advogado dizendo que o profissional teria que ‘devolver’ um veículo, recebido como pagamento de honorários. O empresário também recebeu ameaças por mensagens.

As diligências identificaram os autores dos ataques, sendo um deles preso no decorrer da investigação. Conforme a apuração, os executores afirmaram que o ataque ao escritório era ‘pra dar um susto no advogado’, pois o profissional estaria, supostamente, dando golpe em clientes. A Polícia Civil também identificou a outra dupla que fez os disparos que atingiram a casa do advogado.

Em relação ao ataque à empresa agrícola, a investigação apurou que os disparos foram ordenados por duas pessoas contra quem o empresário havia ajuizado uma ação sobre a disputa de um imóvel em Lucas do Rio Verde. Após a vítima entrar com a ação, passou a receber ameaças.

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Reaver veículo e desistência de ação

De acordo com a apuração, o advogado atuou na defesa de duas pessoas presas em flagrante em outra ocorrência. Como pagamento pelos honorários, ele havia recebido um veículo.

Contudo, o cliente tentou reaver o veículo, mesmo sem pagar os honorários combinados. Em uma das oportunidades, o cliente teria saído do escritório do advogado afirmando que resolveria a situação de uma forma ou de outra.

As informações reunidas na investigação indicaram que o cliente defendido pelo advogado fez contato com os criminosos que lideram a facção em Lucas do Rio Verde e pediu que empregassem alguma ação para fazer o advogado devolver o veículo usando, para tal fim, qualquer meio violento.

Além disso, o mesmo investigado também pediu aos criminosos que empregassem uso de violência contra o empresário para forçá-lo a desistir da ação judicial em andamento. Diante dos pedidos criminosos, os líderes da facção recrutaram os cinco suspeitos identificados na investigação para fazer os disparos contra os três locais.

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