POLÍCIA
Raio prende quadrilha por furto a loja de produtos de segurança na Capital
POLÍCIA
Uma quadrilha foi presa pela Cia Raio da Polícia Militar por furto e receptação a uma loja de produtos de segurança privada, nesta quarta-feira (19), no bairro Jardim Glória, na Capital. Seis pessoas foram presas e a PM recuperou mais de R$ 8 mil em dinheiro e parte dos produtos levados pelos suspeitos da loja.
A equipe da Cia Raio recebeu uma denúncia de uma vítima que alegou que seus funcionários há dias estavam furtando vários equipamentos eletrônicos do seu estabelecimento comercial. O empresário disse ainda que possuem imagens das ações criminosas e que o prejuízo causado gera em torno de R$ 150 mil.
Um dos funcionários confessou que participou dos furtos, apontou mais quatro comparsas e disse que parte do material e do dinheiro oriundo dos crimes estariam em sua residência. De imediato, os policiais foram até a casa dele e recuperaram R$ 8,8 mil em dinheiro, 35 câmeras de vídeo, computadores, celulares, impressora, teclados, rádios HT, alarmes, e outros inúmeros equipamentos de segurança e ferramentas. Os policiais descobriram que o dinheiro recuperado se tratava de parte da venda dos produtos furtados da loja. Um homem foi localizado e confessou que pagou R$ 7,5 mil em uma porta de rolar automática vendida pela quadrilha.
As diligências da Polícia Militar resultaram na prisão de seis pessoas, entre elas, funcionários e pessoas que compraram os produtos furtados. A ocorrência foi entregue para a Polícia Judiciária Civil.
MATO GROSSO
Operação Prende Suspeitos de Envolvimento em Ataques a Casa e Escritório de Advogado
A Delegacia da Polícia Civil de Lucas do Rio Verde deflagrou a Operação Contra Impetum para cumprir nove mandados judiciais, nesta quinta-feira (16.1), contra integrantes de uma facção criminosa envolvidos no ataque à casa e escritório de um advogado e a uma empresa da cidade.
Estão em cumprimento seis ordens de prisão e três de buscas e apreensões empregando um efetivo de policiais civis da região, com apoio da Gerência de Operações Especiais da Polícia Civil.
A operação é uma contrarresposta da Polícia Civil aos ataques ordenados por membros da facção criminosa contra três locais em Lucas do Rio Verde. Os mandados foram deferidos pelo juízo da 5a Vara Criminal de Sinop, de combate ao crime organizado.
O primeiro ataque ocorreu no dia 1° de novembro contra a sede de uma empresa agrícola. O segundo foi registrado na noite de dois de novembro, contra o escritório do advogado. No dia seguinte, a residência do profissional foi também alvo de disparos de arma de fogo.
Investigação
Com o início das diligências investigativas, a equipe da Delegacia de Lucas do Rio Verde apurou que na data anterior aos ataques ao escritório e casa do advogado, a sede de uma empresa agrícola na cidade também foi alvo de disparos de arma de fogo.
As investigações apontaram que os ataques foram ordenados por dois integrantes de uma facção, identificados no inquérito policial, e executados por cinco outros criminosos ligados ao grupo. Um dos líderes da facção chegou a enviar mensagens ao advogado dizendo que o profissional teria que ‘devolver’ um veículo, recebido como pagamento de honorários. O empresário também recebeu ameaças por mensagens.
As diligências identificaram os autores dos ataques, sendo um deles preso no decorrer da investigação. Conforme a apuração, os executores afirmaram que o ataque ao escritório era ‘pra dar um susto no advogado’, pois o profissional estaria, supostamente, dando golpe em clientes. A Polícia Civil também identificou a outra dupla que fez os disparos que atingiram a casa do advogado.
Em relação ao ataque à empresa agrícola, a investigação apurou que os disparos foram ordenados por duas pessoas contra quem o empresário havia ajuizado uma ação sobre a disputa de um imóvel em Lucas do Rio Verde. Após a vítima entrar com a ação, passou a receber ameaças.
Reaver veículo e desistência de ação
De acordo com a apuração, o advogado atuou na defesa de duas pessoas presas em flagrante em outra ocorrência. Como pagamento pelos honorários, ele havia recebido um veículo.
Contudo, o cliente tentou reaver o veículo, mesmo sem pagar os honorários combinados. Em uma das oportunidades, o cliente teria saído do escritório do advogado afirmando que resolveria a situação de uma forma ou de outra.
As informações reunidas na investigação indicaram que o cliente defendido pelo advogado fez contato com os criminosos que lideram a facção em Lucas do Rio Verde e pediu que empregassem alguma ação para fazer o advogado devolver o veículo usando, para tal fim, qualquer meio violento.
Além disso, o mesmo investigado também pediu aos criminosos que empregassem uso de violência contra o empresário para forçá-lo a desistir da ação judicial em andamento. Diante dos pedidos criminosos, os líderes da facção recrutaram os cinco suspeitos identificados na investigação para fazer os disparos contra os três locais.
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