Search
Close this search box.
CUIABÁ

POLÍCIA

Sema e PM apreendem jacaré e 371 kg de pescado ilegal durante fiscalização

Publicados

POLÍCIA

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) aplicou R$ 61 mil em multas e apreendeu 371 kg de pescado, um jacaré e uma arma de fogo durante fiscalização realizada no âmbito da Operação Piracema. A ação ocorreu nos municípios de Várzea Grande e Barão de Melgaço, neste fim de semana.

A intensificação da fiscalização, por terra e água, é parte dos esforços contínuos da Sema para proteger a fauna aquática durante o período de reprodução dos peixes, que começou em Mato Grosso em 02 de outubro e segue até 1º de fevereiro de 2024.

Durante patrulhamento terrestre próximo à comunidade Mangueiral, em Várzea Grande, os agentes de fiscalização da Fauna, com o apoio da Polícia Militar, encontraram 356,670 kg de pescado ilegal das espécies pintado, cachara e jaú, no interior de um veículo. O pescado apresentava sinais característicos de pesca predatória e estava sendo transportado pelo infrator no momento da abordagem.

O responsável foi autuado por infração ambiental, multado em R$ 50,6 mil e encaminhado para a delegacia de polícia. O veículo e o pescado foram recolhidos. Os peixes foram doados para a Fundação Abrigo Bom Jesus, a Associação de Amigos da Criança com Câncer (AACC) e a Comunidade Terapêutica Tenda do Abraão.

Leia Também:  Operação Smokehouse cumpre 31 mandados e mira distribuidores de entorpecentes que agem em Comodoro

Já no patrulhamento na região da Baía de Chacororé, em Barão de Melgaço (a 110 km de Cuiabá), foram apreendidos o jacaré, um tarrafão, uma embarcação e uma arma de fogo calibre 22. O animal silvestre, já abatido pelos infratores, foi entregue à autoridade policial. A fiscalização contou com o apoio da Polícia Militar, que conduziu os responsáveis à delegacia para as devidas providências. Os infratores também receberam multa de R$ 10,5 mil pelo crime contra a fauna.

No Distrito de Bonsucesso, em Várzea Grande, a equipe de fiscalização da Sema-MT e da Polícia Militar apreendeu, durante patrulhamento realizado no Rio Cuiabá, petrechos utilizados na pesca predatória e 14,8 kg de pescado das espécies cachara e pintado. Os infratores, ao perceberam os agentes da Sema, abandonaram às margens do Rio duas redes e o pescado ilegal, sendo este doado ao Lar do Aconchego.

Canal de denúncia

A Sema-MT atende denúncias da população contra crimes ambientais e pescas predatórias pela Ouvidoria, no telefone 0800 065 3838, pelo e-mail ouvidoria@sema.mt.gov.br, pelo WhatsApp (65) 98153-0255 e em suas Unidades Regionais.

Leia Também:  VÍDEO: A Polícia Militar liderou uma operação conjunta realizada em Barra do Garças (MT), chamada "Noite Responsável". Casas noturnas foram fiscalizadas e duas fechadas por irregularidades.

Quem se deparar com algum crime ambiental também pode denunciar por meio do contato da Polícia Militar 190.

Fonte: PM MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

Operação Prende Suspeitos de Envolvimento em Ataques a Casa e Escritório de Advogado

Publicados

em

A Delegacia da Polícia Civil de Lucas do Rio Verde deflagrou a Operação Contra Impetum para cumprir nove mandados judiciais, nesta quinta-feira (16.1), contra integrantes de uma facção criminosa envolvidos no ataque à casa e escritório de um advogado e a uma empresa da cidade.

Estão em cumprimento seis ordens de prisão e três de buscas e apreensões empregando um efetivo de policiais civis da região, com apoio da Gerência de Operações Especiais da Polícia Civil.

A operação é uma contrarresposta da Polícia Civil aos ataques ordenados por membros da facção criminosa contra três locais em Lucas do Rio Verde. Os mandados foram deferidos pelo juízo da 5a Vara Criminal de Sinop, de combate ao crime organizado.

O primeiro ataque ocorreu no dia 1° de novembro contra a sede de uma empresa agrícola. O segundo foi registrado na noite de dois de novembro, contra o escritório do advogado. No dia seguinte, a residência do profissional foi também alvo de disparos de arma de fogo.

Investigação

Com o início das diligências investigativas, a equipe da Delegacia de Lucas do Rio Verde apurou que na data anterior aos ataques ao escritório e casa do advogado, a sede de uma empresa agrícola na cidade também foi alvo de disparos de arma de fogo.

Leia Também:  Terceira fase de operação contra traficantes de drogas sintéticas cumpre 151 ordens judiciais em MT e no PR

As investigações apontaram que os ataques foram ordenados por dois integrantes de uma facção, identificados no inquérito policial, e executados por cinco outros criminosos ligados ao grupo. Um dos líderes da facção chegou a enviar mensagens ao advogado dizendo que o profissional teria que ‘devolver’ um veículo, recebido como pagamento de honorários. O empresário também recebeu ameaças por mensagens.

As diligências identificaram os autores dos ataques, sendo um deles preso no decorrer da investigação. Conforme a apuração, os executores afirmaram que o ataque ao escritório era ‘pra dar um susto no advogado’, pois o profissional estaria, supostamente, dando golpe em clientes. A Polícia Civil também identificou a outra dupla que fez os disparos que atingiram a casa do advogado.

Em relação ao ataque à empresa agrícola, a investigação apurou que os disparos foram ordenados por duas pessoas contra quem o empresário havia ajuizado uma ação sobre a disputa de um imóvel em Lucas do Rio Verde. Após a vítima entrar com a ação, passou a receber ameaças.

Leia Também:  PM realiza formatura do projeto Agente Ambiental Mirim e gincana pelo Dia do Meio Ambiente

Reaver veículo e desistência de ação

De acordo com a apuração, o advogado atuou na defesa de duas pessoas presas em flagrante em outra ocorrência. Como pagamento pelos honorários, ele havia recebido um veículo.

Contudo, o cliente tentou reaver o veículo, mesmo sem pagar os honorários combinados. Em uma das oportunidades, o cliente teria saído do escritório do advogado afirmando que resolveria a situação de uma forma ou de outra.

As informações reunidas na investigação indicaram que o cliente defendido pelo advogado fez contato com os criminosos que lideram a facção em Lucas do Rio Verde e pediu que empregassem alguma ação para fazer o advogado devolver o veículo usando, para tal fim, qualquer meio violento.

Além disso, o mesmo investigado também pediu aos criminosos que empregassem uso de violência contra o empresário para forçá-lo a desistir da ação judicial em andamento. Diante dos pedidos criminosos, os líderes da facção recrutaram os cinco suspeitos identificados na investigação para fazer os disparos contra os três locais.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA