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CUIABÁ

FAMÍLIA ENCRENCA

Vídeo mostra filho de agressora dando mata-leão em menino de 7 anos; assista

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MATO GROSSO

O filho de uma mulher de 29 anos, flagrada dando um tapa na cara de uma menina de 11 anos na quadra de esportes do Condomínio Piazza Di Napoli, em Cuiabá, aplicou um golpe de mata-leão no irmão de 7 anos da menina. Segundo Vanessa Carolina Maya, a mãe das crianças agredidas, a filha tentou defender o irmão quando a mãe do garoto pensou que ela estava envolvida em uma briga dos meninos na quadra e a agrediu.

“O menino afirma que minha filha o agrediu, mas se você assistir ao vídeo, verá que ele está batendo no meu filho de de 7 anos. Ele está enforcando meu filho. Minha filha lhe chama atenção. O menino, então, é empurrado, mas por outras crianças e não pela minha filha. Ele (o agressor) é o menino de blusa vermelha e meu filho é o de blusa azul. É possível observar no vídeo que ele aplica um golpe de mata-leão. Meu filho tenta se livrar dele, mas não consegue”, informou Vanessa.

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As agressões contra as crianças ocorreram no último domingo (13) quando a agressora, Sandara Saraiva
Ribeiro Leite, o marido, que é policial militar, e o filho deles, estavam visitando o condomínio, já que eles não são moradores do imóvel, onde reside uma cunhada da agressora. Durante a confusão, o marido de Sandara teria provocado a mãe da menina, afirmando que conhecia policiais, pois ele também é militar. A mãe da menina agredida procurou a Polícia Civil e espera que a agressora seja punida.
Em um texto publicado por Vanessa nas redes sociais, ela denuncia a situação e menciona que a filha chorou a noite toda após o incidente. Ela ainda relata que a filha brinca nessa quadra há 9 anos e nunca imaginou que, mesmo com todos os desentendimentos que podem ocorrer entre crianças, uma agressão praticada por um adulto pudesse acontecer.
“A minha filha foi agredida de forma violenta por uma adulta que já tinha a intenção de machucá-la, isso fica muito claro no vídeo. Após a agressão, minha filha ficou assustada e veio até mim sem conseguir dizer uma palavra. Isso não pode acontecer com mais nenhuma mãe. Eu nem consigo descrever a sensação horrível de ver minha filha tão assustada, fragilizada, com o rosto todo marcado. Ela passou a madrugada chorando e com o rosto ardendo”, escreveu a mãe da garota agredida.
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MATO GROSSO

Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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