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Botelho afirma que Mesa Diretora será mantida em nova eleição
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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Eduardo Botelho (União), afirmou que a composição da Mesa Diretora eleita para o biênio 2025-2026 deve ser mantida, mesmo que o Supremo Tribunal Federal (STF) derrube a eleição. “Se houver outra eleição, vai manter o que está aí. Não vejo necessidade nenhuma de mudança”, disse Botelho, descartando qualquer possibilidade de pleitear o cargo de primeiro-secretário, ao contrário do que foi informado na semana passada. “Essa informação não procede”, afirmou o presidente.
Botelho acredita que a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) proposta pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet Branco, será rejeitada pelo STF. A ADI questiona a eleição da Mesa Diretora por ocorrer antes de outubro, contrariando a Constituição Federal, que estabelece o mês como prazo para a eleição nas casas legislativas. No entanto, ele acredita que, caso o Supremo aceite a ação, o novo entendimento deverá valer apenas para futuras formações de mesas diretoras.
“Eu acredito que vai ser mantido, porque o Supremo não tinha essa decisão. Na verdade, ele [Gonet] entrou contra várias assembleias e eu acredito que não vai anular a eleição. Acredito que o Supremo vai fazer uma modulação daqui para frente”, declarou Botelho. Ele ainda ressaltou que aguarda a notificação judicial para se manifestar oficialmente contra a ADI.
A futura Mesa Diretora da Assembleia Legislativa terá como presidente o deputado Max Russi (PSB), com Júlio Campos (União) como vice-presidente e Doutor João (MDB) como primeiro-secretário.
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Alex Rodrigues aparece entre os nomes citados em pesquisa para deputado estadual em Mato Grosso
A corrida por uma das 24 cadeiras da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) segue marcada por um alto índice de indefinição do eleitorado. Pesquisa de intenção de voto espontânea realizada pelo Instituto Mais, por encomenda do Portal VG Notícias, revela que 62,7% dos entrevistados afirmaram não saber em quem votar ou preferiram não responder, enquanto 20,3% disseram que pretendem votar em branco ou anular o voto. Somados, os dois grupos representam 83% do eleitorado sem um voto definido.
Entre os nomes lembrados espontaneamente pelos entrevistados, o deputado estadual Lúdio Cabral (PT) lidera com 1,8% das citações.
Indecisão é o principal cenário da disputa
O levantamento reforça que a eleição para deputado estadual ainda está em uma fase inicial de consolidação. Como a pesquisa foi realizada no formato espontâneo, sem apresentação de lista de candidatos aos entrevistados, o percentual elevado de indecisos demonstra que a maioria dos eleitores ainda não definiu sua escolha para a ALMT.
Além dos 62,7% que não souberam responder, os 20,3% que declararam intenção de votar em branco ou anular o voto ampliam o cenário de indefinição para mais de oito em cada dez eleitores.
Lúdio lidera lembrança espontânea; Alex Rodrigues aparece entre os nomes citados
Na pesquisa espontânea, Lúdio Cabral aparece na primeira colocação, com 1,8% das intenções de voto. Em seguida estão Dr. João (MDB), com 1,5%; Thiago Silva (MDB), com 1,4%; Gilberto Cattani (PL) e Max Russi (Podemos), ambos com 1,3%; e Eduardo Botelho (MDB), com 1,2%.
Na sequência aparecem Aldecino Lopo (Podemos) e Nininho (PSD), ambos com 0,8%, seguidos por Meraldo Sá (Podemos) e Dilmar Dal Bosco (União Brasil), com 0,7% cada. Jéssica Riva registra 0,5%, enquanto Valdir Barranco (PT) soma 0,4%.
O levantamento também registra um grupo de candidatos lembrados por 0,3% dos entrevistados. Entre eles está Alex Rodrigues, além de Moacir Couto, Zé Carlos do Pátio, Alan Porto, Diego Guimarães, Beto Dois a Um, Carlos Sirena, Ari Lafin, Léo Bortolin, Alcino Barcelos e Adenilson Rocha.
Segundo o relatório divulgado, candidatos com percentual inferior a 0,3% não foram individualizados na tabela da pesquisa.
Como foi realizada a pesquisa
O levantamento foi conduzido pelo Instituto Mais entre os dias 21 e 26 de julho de 2026, ouvindo 1.200 eleitores em diferentes municípios de Mato Grosso.
A pesquisa possui margem de erro de 2,8 pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.
A definição da amostra utilizou informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), considerando os Censos Demográficos de 2010 e 2022.
O estudo está registrado na Justiça Eleitoral sob os números MT-05675/2026 e BR-07878/2026.
