MATO GROSSO
Janaina revela expectativa de que maioria do STF vote para manter Mesa Diretora presidida por Botelho
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Presidente interina da Assembleia Legislativa (ALMT), a deputada Janaina Riva (MDB) afirma que a expectativa é que a maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votem pela permanência da composição da Mesa Diretora comandada por Eduardo Botelho (União). O julgamento do mérito da ação que analisa a possibilidade de reeleições sucessivas no Legislativo teve início na sexta-feira (25) e está empatado.
“A expectativa é que siga como foi votado no estado do Paraná, onde houve um êxito de 5 a 4 pela Mesa que foi eleita. A gente entende que os ministros devem continuar com os mesmos votos da semana passada. Isso faria que tivéssemos a maioria para voltar o Botelho a Mesa anterior”, disse, nesta quarta-feira (2).
Janaina se refere a julgamento virtual finalizado no sábado (26) de duas ações que questionam a reeleição sucessiva para os mesmos cargos da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Paraná. Os ministros definiram a legalidade de apenas uma reeleição, mas, seguindo voto de Gilmar Mendes, a maioria optou por manter que Ademar Traiano (PSDB) como presidente, apesar de ele estar no quarto mandato consecutivo.
No caso de Mato Grosso, o relator Alexandre de Moraes entendeu que Botelho não poderia ser novamente presidente, uma vez que, apesar de sua eleição ter ocorrido durante votação em junho de 2020, sua posse só foi realizada em fevereiro do ano passado, após a publicação da ata de julgamento da ADI 6524 (ocorrida em janeiro de 2021), que tratou sobre a impossibilidade de mais de uma reeleição.
Já O ministro Gilmar defendeu que a eleição e posse de Botelho seja mantida.
O voto de Moraes, caso seja seguido pela maioria, pode retirar novamente Botelho da Presidência. Ocorre que em fevereiro de 2021, dentro da mesma ação, o relator proferiu decisão liminar determinando a destituição da Mesa Diretora e realização de uma nova eleição. Em votação relâmpago, Max Russi (PSB) foi eleito presidente e Botelho 1º secretário.
Na quarta-feira (23), no entanto, o ministro revogou a liminar e determinou a recondução da Mesa presidida por Botelho, até o final do julgamento de mérito da ação.
Interina
Apesar da revogação, Botelho decidiu se distanciar da Assembleia e realizar uma viagem. Nesse período, Janaina, como 1ª vice-presidente, assume o comando interino da Casa. Ela revelou que por conta do Dia Internacional da Mulher (8 de março), pediu que o presidente formalize seu afastamento, para que ela assuma de fato o comando da Mesa.
“De toda forma, interinamente estar como presidente no Dia da Mulher é algo simbólico para a Assembleia”, pontuou.
FONTE/ REPOST: Airton Marques – OLHAR DIRETO / Do Local – Max Aguiar
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0