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CANCELAMENTO DE PASSAGENS

Juca acompanha caso da 123 Milhas para que consumidores de MT não sejam lesados

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MATO GROSSO

O deputado estadual Juca do Guaraná (MDB) vai acompanhar a situação de consumidores mato-grossenses que foram lesados pela suspensão de emissão de passagens promocionais pela Agência 123 Milhas. Juca atua como vice-presidente da Comissão de Indústria, Comércio e Turismo e membro da Comissão de Defesa do Consumidor na Assembleia Legislativa.

Na sexta-feira passada, dia 18, a 123 Milhas surpreendeu ao comunicar a suspensão da emissão de passagens da sua linha promocional, impactando diretamente aqueles que buscavam opções acessíveis para viajar. No cenário atual, em que a indústria do turismo busca se reerguer após os desafios impostos pela pandemia do coronavírus, o anúncio tem gerado apreensão entre os consumidores e os principais atores do setor em Mato Grosso.

“Como representante do povo, é minha responsabilidade abordar essa questão que envolve tanto os interesses dos consumidores quanto a estabilidade do setor de turismo”, destacou.

O Procon Estadual de Mato Grosso tomou uma postura ativa diante desse acontecimento. Na segunda-feira, dia 21, emitiu uma notificação direcionada à 123 Milhas, solicitando esclarecimentos substanciais sobre essa medida inesperada. Entre as principais questões que o Procon busca elucidar estão as razões para o descumprimento da oferta, o período de suspensão dos pacotes promocionais, a abrangência dos pacotes afetados e a quantidade de consumidores impactados por essa suspensão abrupta.

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Um ponto crucial levantado pelo Procon é a forma como a 123 Milhas pretende compensar os clientes que foram afetados por essa decisão. De acordo com o Código de Defesa do Consumidor (CDC), em caso de descumprimento da oferta, os consumidores têm direito ao ressarcimento integral dos valores pagos. No entanto, a agência anunciou que a restituição será realizada através de vouchers, gerando debates sobre a adequação dessa alternativa.

“Como representantes da população, estamos comprometidos em acompanhar de perto o desenvolvimento desse caso. O prazo de 10 dias, concedido pelo Procon para a 123 Milhas prestar os esclarecimentos necessários, será rigorosamente monitorado. É imperativo assegurar que os consumidores sejam tratados de acordo com o que preconiza o CDC e que a integridade do setor de turismo seja mantida”, ressaltou o parlamentar.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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