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Vereador Jefferson Siqueira diz que tem 11 votos na disputa pela Mesa Diretora

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O vereador Jefferson Siqueira (PSD) afirmou que conta com o apoio de 11 colegas para a disputa pela presidência da Mesa Diretora da Câmara de Vereadores de Cuiabá. Em entrevista à imprensa nesta quinta-feira (21), ele declarou que duas das oito mulheres eleitas devem aderir ao seu projeto. Se isso acontecer, a chapa 100% feminina, que é defendida pelo prefeito Abilio Brunini (PL), não se concretizará.
Segundo ele, um dos nomes entre os 11 é do atual presidente da Casa de Leis, o vereador Chico 2000 (PL), com quem disse já ter tido uma conversa.
O Chico é o nosso professor. Como eu disse na entrevista passada, é um dos que me aconselhou desde o início e tem dado bons frutos ao ouvir os seus conselhos. Conversei com ele antes, respeito a história do Chico. Eu acho que ele fez muito nesse pouco tempo, menos de dois anos”, disse. “Ele está entre os 11”.

“Falei pra ele do projeto, ele obviamente tinha o desejo também de concorrer, mas depois por uma opção dele, ele então decidiu apoiar o nosso projeto e vem aí pra somar. Ele é um dos nossos aliados e agora vai entrar em campo para poder nos ajudar”.

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Jefferson afirmou que vai utilizar da experiência do atual presidente para tentar chegar aos 14 votos. Ele negou que o atual presidente vá compor a futura mesa, caso seja eleito.

“A princípio ele não vem compor a mesa. Nossa mesa tem duas mulheres e três homens”, disse. “A princípio ele não quis a mesa, até fiz o convite pra ele, mas ele falou ‘não, agora é a sua vez’. Ele me chamava de assessor especial dele, quando ele assumiu a presidência. A gente tem uma parceria muito bacana, e aí não dá pra falar pro Chico que ele vai ser assessor especial”.

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Prorrogação de incentivo fiscal garante alívio ao setor suinícola de Mato Grosso

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O Governo de Mato Grosso prorrogou até 31 de dezembro de 2026 o crédito presumido do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) concedido por meio do Programa de Desenvolvimento Rural de Mato Grosso (Proder) para atividades da suinocultura. O benefício, que mantém o percentual de 75% de incentivo nas operações interestaduais com suínos vivos, terminaria no dia 31 de abril, mas foi estendido até 31 de dezembro de 2026, garantindo fôlego ao setor produtivo em um momento de desafios econômicos.

A medida atende a uma demanda apresentada pela Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), com apoio institucional do Fórum Agro, Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), Sindicato das Indústrias Frigoríficas do Estado de Mato Grosso (Sindifrigo) e Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec).

De acordo com a Resolução nº 269/2026 do Conselho Deliberativo dos Programas de Desenvolvimento de Mato Grosso (Condeprodemat), publicada após a 33ª Reunião Extraordinária do colegiado, realizada no mês de março, fica autorizada a manutenção da fruição cumulativa de benefícios fiscais nas operações interestaduais de suínos destinados ao abate, engorda, reprodução, cria e recria.

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Na prática, o incentivo mantém reduzida a carga tributária nas saídas interestaduais de suínos vivos, assegurando maior competitividade aos produtores mato-grossenses no mercado nacional. O mecanismo combina crédito outorgado e redução de base de cálculo do ICMS, conforme previsto em convênios do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e regulamentações estaduais.

A prorrogação ocorre em um contexto de pressão sobre os custos de produção e margens do setor, especialmente diante de oscilações de mercado e aumento de custos operacionais. Para o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, a manutenção do incentivo fiscal contribui para preservar a atividade, estimular investimentos e garantir previsibilidade aos produtores.

“Esse incentivo é fundamental não só para o desenvolvimento da suinocultura de Mato Grosso como a manutenção de produtores na atividade, visto que o primeiro trimestre foi de desvalorização do preço pago ao produtor. Para se ter uma ideia, iniciamos o ano com R$ 8,00 pago ao produtor por cada quilo do animal vivo, e agora no início de abril esse valor está em R$ 6,20, uma queda de 22% aproximadamente”, pondera Frederico.

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Com a decisão, o setor suinícola ganha mais tempo para enfrentar o atual cenário econômico, enquanto entidades representativas seguem dialogando com o poder público em busca de medidas estruturais que contribuam para a sustentabilidade da produção em Mato Grosso.

O Proder é um dos principais instrumentos de incentivo ao desenvolvimento rural no estado, permitindo a concessão de benefícios fiscais a segmentos estratégicos da agropecuária, com foco na agregação de valor, geração de emprego e fortalecimento da competitividade.

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