MATO GROSSO
AL critica “secretários candidatos” e cobra demissões em janeiro
MATO GROSSO
O presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Max Russi (PSB), declarou nesta quinta-feira (25) que muitos deputados estão descontentes com a clara articulação política de secretários de Estado para serem candidatos ao Parlamento na eleição de 2022. A declaração foi dada em entrevista à imprensa após uma solenidade no Palácio Paiaguás.
“Existe esse descontentamento [secretários candidatos a AL], mas existe o compromisso do governador que todos aqueles que serão candidatos serão exonerados do cargo no começo do próximo ano”, disse.
Até o momento, se articulam para disputar vaga na Assembleia Legislativa os secretários Gilberto Figueiredo (Saúde), Silvano Amaral (Agricultura Familiar) e Beto Dois a Um (Cultura, Esportes e Lazer).
Como reação às articulações do secretário Gilberto Figueiredo, a Assembleia Legislativa aprovou requerimento convocando-o a prestar esclarecimentos a respeito de um teste seletivo que na visão dos parlamentares serviria para contemplá-lo politicamente. Isso porque as vagas seriam preenchidas somente por meio de análise de currículos, levando a crer que favoreceria mais o critério político do que técnico.
Diante disso, o deputado Max Russi assegura que não há atrito do Legislativo com setores do Executivo, mas, apenas uma necessidade de esclarecimentos que considera crucial. “Já falei na Casa Civil a respeito deste requerimento o secretário de saúde vai comparecer na próxima quinta-feira. Os deputados estão presentes na agenda do Executivo e não há problema de relação dos poderes”.
FONTE/ REPOST: MÍDIA NEWS – EMILY MAGALHÃES E RAFAEL COSTA
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0