MATO GROSSO
Avião cai em rio durante aproximação para pouso na divisa de Mato Grosso com Pará
MATO GROSSO
O acidente envolvendo um Cessna Aircraft Modelo 210L, matrícula PT-KSG, ocorreu, ontem, na pista de uma pousada, localizada a cerca de 180 quilômetros de Alta Floresta — na divisa com Jacareacanga, no Pará. Consta no boletim de ocorrência que Só Notícias teve acesso, que na aeronave estavam o piloto e mais duas pessoas que não ficaram feridas.
O piloto relatou no documento policial que estava realizando um voo de Jacareacanga para a pousada e que durante procedimento de pouso, estava com uma chuva fina na aproximação final, a aeronave sofreu uma turbulência – devido ao forte vento de forma radial – colidindo o trem de pouso na água do rio Teles Pires, que passa próximo da cabeceira da pista.
A partir deste momento, o avião ficou sobre o rio, o piloto e os dois ocupantes, abandonaram a aeronave. Apareceu um morador da região com uma canoa motorizada, fez o resgate dos três, que foram deixados no porto da pousada sem escoriações.
A versão apresentada ainda deverá ser investigada pelo Sexto Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa IV), que buscará entender a ocorrência e fatores contribuintes.
Consta no Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB) que o avião foi fabricado 1.975, tem capacidade para cinco passageiros, com operação permitida para táxi aéreo e a situação de aeronavegabilidade está normal.
Só Notícias/Cleber Romero (foto: assessoria – atualizada às 16h17)
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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