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Chuvas deixam Prefeitura em alerta e derrubam muro de cemitério onde Dom Pedro Casaldáliga está enterrado
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As fortes chuvas que atingem o município de São Félix do Araguaia (1040km de Cuiabá) tem causado preocupação à prefeita Janailza Taveira Leite (Solidariedade). Nos últimos dias, a chuva derrubou o muro do cemitério histórico, que fica à beira do rio, e onde está enterrado, por exemplo, o bispo emérito Dom Pedro Casaldáliga, que morreu em 2020.
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“Esse ano está muito alto o rio, só tem um degrau do nosso cais de fora, as pessoas tomando banho lá toda hora. Tem uma avenida próxima lá que está interditada, porque a água já invadiu essa avenida, está por cima, tem também o cemitério histórico às margens do Araguaia já desmoronou o muro. Onde está Dom Pedro Casaldáliga. É histórico ele, a gente abriu uma exceção porque o Dom Pedro já tinha escrito em um livro, feito esse requerimento em vida [para ser enterrado lá]”, explicou a prefeita.
Segundo a prefeita, a água não invadiu os túmulos porque o cemitério fica no alto, mas o muro foi prejudicado. Há, ainda, a preocupação de que as chuvas aumentem ainda mais o nível do rio e cheguem às casas de moradores.
“A gente sempre está alerta, lá tem a Defesa Civil, lá tem Marinha do Brasil, então estamos sempre monitorando. A marinha ajuda o monitoramento do rio, e tem também aquele cuidado, a gente já disponibilizando locais apropriados para caso a água invada algumas casas a gente tenha local apropriado para abrigar os moradores”, garantiu.
FONTE/ REPOST: Isabela Mercuri – Olhar Direto/ Do local – Max Aguiar
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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