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Criança dorme no colo de socorrista após ser resgatada em acidente

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Um veículo Gol colidiu na traseira de um caminhão, pronto para fazer conversão a esquerda e não conseguiu frear e houve a colisão. O acidente ocorreu na tarde dessa sexta-feira (11.02), na BR 163-364, KM-435, em frente ao Posto Marajó, em Várzea Grande. No veículo de passeio estava o pai, a mãe e três crianças.

Conforme informações, a família voltava de uma compra quando ocorreu a colisão. As crianças estavam conscientes, em estado moderado, mas “pranchadas”, os pais o estado era mais crítico — sendo encaminhados ao Pronto-Socorro do município.

A reportagem do VGN disse que era o oitavo acidente que atendia na sexta. O repórter relatou que o socorrista pegou uma das crianças em seus braços, ela dormiu, e ele vencido pelo cansaço, acabou se ajoelhando com a criança em seu colo. Ele estava em pé e exausto, então resolveu ficar naquela posição, foi aí que alguém bateu a foto, depois enviaram para o celular dele.

A identidade das vítimas não foi revelada e nem o estado de saúde dela até o fechamento da matéria.

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FONTE/ REPOST: VGN

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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