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Emanuel diz que operação Fake News não tem nada a ver com ele: “a quem está me criticando: Deus abençoe”

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O prefeito de Emanuel Pinheiro (MDB) se distanciou do assunto Operação Fake News, da Polícia Civil, que teve como principal alvo o seu irmão, Marco Polo Pinheiro, conhecido como Popó. Segundo o prefeito, o trabalho policial não tem nada a ver com ele e as denúncias são vazias. 

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“A Fake News não tem nada a ver comigo, não vou falar, mas é lamentável essas denúncias vazias, mas a Justiça está aí para isso. Eu estou feliz com Cuiabá, com o apoio popular”, disse o prefeito em noite de inauguração no bairro Nova Esperança I.  
 

Mesmo com o governador Mauro Mendes (DEM) tendo dito que registrou o boletim de ocorrências e pediu que essa atuação de ataques contra sua família e secretários nas redes sociais fossem investigadas, Emanuel não esticou o assunto e disse apenas que vai trabalhar pelo povo.  
 
“Tenho amigos e autoridades em vários cargos, mas minha prioridade é o povo, a população do meu lado e eu entregando obras. Pra quem está do meu lado elogiando, os grandões, tubarões, ótimo! Agradeço, vamos trabalhar! A quem está me criticando: Deus abençoe!”, concluiu o prefeito.  
 
Operação Fake News 
 
A operação foi deflagrada na quinta-feira (15) tem como objetivo desarticular uma possível associação criminosa envolvida em crimes de calúnia, difamação, injúria, perseguição e falsa identidade contra empresários, servidores e agentes públicos de Mato Grosso. 
 
Conforme a Polícia Civil, há pelo menos um ano, dois dos investigados têm divulgado falsas notícias e conteúdo de caráter criminoso contra pessoas públicas, entre elas Mauro e a primeira-dama Virginia Mendes.

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FONTE/ REPOST: MAX AGUIAR – OLHAR DIRETO

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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