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Emanuel Pinheiro quita débitos de moto apreendida e devolve veículo para entregador em Cuiabá

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O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro ficou comovido com o caso ocorrido na tarde desta sexta-feira (10). Um entregador de aplicativo chamado Rael da Silva Cisi, de 44 anos, teve sua motocicleta da Honda 150 cilindradas apreendida pela equipe da Semob.Nas redes sociais foi publicado o momento da apreensão, e a população também ficou bastante comovida com a forma que o entregador implorava pela liberação do veículo. “Senhora pelo amor de Deus, não faça isso. Tô pedindo de joelho para a senhora aqui, eu preciso trabalhar. A senhora está tirando o meu ganha pão, pelo amor de Deus”, dizia o homem.

Assista o vídeo:


Emanuel Pinheiro realizou o pagamento dos débitos da moto e realizou à devolução do bem na noite desta sexta-feira. Rael recebeu o veículo no Palácio Alencastro pelo prefeito da capital.

“A fiscalização agiu seguindo os preceitos da lei, os agentes de trânsito da capital  agiram no estrito rigor de suas atribuições,  mas não poderia me aquietar diante de cenas tão dramáticas e que traduzem o dilema de muitas famílias. A motocicleta teve sua documentação regularizada e já está em posse do seu proprietário. Eu e minha equipe nos sensibilizamos e agimos para garantir à quitação e devolução do bem”, explicou o prefeito.

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Confira o momento da entrega:


Sobre o entregador:

Entregador recebe moto apreendida pela Semob

Entregador recebe moto apreendida pela Semob

Rael trabalha como entregador de aplicativo há cerca de oito meses. Ele contou que em razão da pandemia deixou de atuar como pizzaiolo e passou a exercer a nova atividade, na entrega de alimentos.

“Eu tinha ido buscar um lanche e estacionei no lugar errado. Quando voltei, já vi a moto no guincho. Era meu sonho comprar essa moto. Eu sempre desejei uma Honda 150, que é chamada de ‘Cara de Formiga’. Eu comprei sabendo que estava com o documento atrasado, mas era meu sonho e não poderia perder aquela oportunidade”, contou.

“Eu recebo meu salário por semana e me deu muito desespero em saber que não tinha mais a moto. Eu não ia ter meu sonho e nem o meu sustento.  Como eu iria trabalhar? Quando eu soube que o prefeito iria me ajudar, eu não acreditei. Eu agradeço por tudo, muito”, concluiu.

Rael é pai de uma jovem de 21 anos e  mora em uma quitinete na região do Grande CPA. Na localidade, ele também faz entregas para uma padaria.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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