MATO GROSSO
Família de MT morre em acidente com carreta no interior do PR
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Um casal e as três filhas, moradores de Rondonópolis, morreram no início da manhã desta quarta-feira (12) após a carreta em que estavam tombar na BR-376, entre Curitiba e Ponta Grossa, no Paraná.
As vítimas foram identificadas como Dislei Martins Ramos, de 39 anos, Geisebel Pereira de Souza, de 32. As filhas do casal tinham 12, 8 e 2 anos.
Imagens registradas pela imprensa regional mostram que a carreta saiu da rodovia e ficou destruída após o acidente. Dislei, que era caminhoneiro, levava uma carga de ureia, que ficou espalhada nas margens.
O Corpo de Bombeiros, a Polícia Civil e agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) do Paraná atenderam a ocorrência. No entanto, ainda não há detalhes do que fez o motorista perder o controle.
O site MidiaNews apurou com a PRF do Estado que, durante o atendimento da ocorrência, houve um segundo acidente no mesmo local. Uma carreta atingiu uma viatura dos bombeiros, mas desta vez não houve feridos.
Após a notícia da morte da família, parentes mato-grossenses postaram nas redes sociais mensagens lamentando.
“Meu Deus não acredito, perdi meu irmão com minha cunhada e minhas três sobrinhas em um acidente de carreta”, escreveu Valdirene Ramos, irmã de Dislei.
Ela também postou a última foto da família antes de morrer, onde todos aparecem dentro da carreta. Na rede social de Dislei e Geisebel costumava compartilhar fotos reunidos em festas e nas viagens.
FONTE/ REPOST: VITÓRIA GOMES- MÍDIA NEWS
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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