MATO GROSSO
Fazendeiro que não tomou a vacina morre por Covid-19
MATO GROSSO
O fazendeiro José Valentim Denadai, de 63 anos, morreu pela Covid-19 nesse sábado (13), em Juína, a 737 km de Cuiabá. De acordo com o prefeito de Brasnorte, Edelo Ferrari (DEM) ele não havia se vacinado contra a doença. Ele era morador do município de Brasnorte e trabalhava em uma fazenda.
Segundo o prefeito, José se infectou com o novo coronavírus e ficou 10 dias internado em um hospital de Juína para tratar da doença, mas não resistiu.
A mulher dele também se infectou, mas se recuperou.
De acordo com o prefeito, ela já havia tomado as duas doses da vacina contra o vírus, enquanto José não se vacinou.
O sindicato de Brasnorte emitiu uma note de pesar lamentando o falecimento de José. “É com imenso pesar que noticiamos o falecimento do sr. José Valentim Denadai, a quem sempre estava presente junto ao Sindicato Rural de Brasnorte. À família enlutada o nosso mais sinceros sentimentos”, diz a nota.
Nas redes sociais, familiares e amigos também lamentaram a morte de José, que participava de ações na comunidade e frequentava uma paróquia do município.
De acordo com dados do Painel da Covid-19, da Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT), em Brasnorte fazia 76 dias que não havia mortes pelo vírus no município. A última morte registrada foi no dia 28 de agosto deste ano.
Além disso, foram confirmados 2.264 casos de Covid-19 desde o início da pandemia e 40 mortes pela doença.
Vacinação
De acordo com o Ministério da Saúde, foram vacinadas 10.413 pessoas com a primeira dose em Brasnorte, o que corresponde a 51% dos habitantes imunizados. A cidade possui 20.571 moradores.
Já com a segunda dose foram vacinadas 7.391 pessoas, ou seja, 36% da população concluiu o esquema vacinal.
De acordo com o painel do Ministério da Saúde, foram aplicadas 433 doses de reforço.
Fonte: G1-MT
MATO GROSSO
Vereador Alex Rodrigues apresenta projeto de lei para proteger mulheres de violência sexual em hospitais de Cuiabá
O vereador Alex Rodrigues apresentou na Câmara Municipal de Cuiabá um Projeto de Lei que estabelece medidas preventivas contra a violência sexual praticada contra mulheres em ambientes hospitalares. A proposta visa garantir que toda paciente tenha o direito de ser acompanhada por uma pessoa de sua confiança em consultas, exames, tratamentos e procedimentos cirúrgicos que envolvam sedação ou exposição do corpo.
Segundo Alex Rodrigues, a iniciativa nasce da necessidade de criar mecanismos de proteção para mulheres que, em situações de vulnerabilidade, especialmente sob efeito de sedativos, ficam mais expostas a riscos de abuso. O texto do projeto determina que hospitais, clínicas, laboratórios, consultórios e postos de saúde, tanto públicos quanto privados, não poderão impedir a presença de um acompanhante escolhido pela paciente.
O direito também vale para cirurgias eletivas, estéticas e exames que exijam sedação. Mesmo quando a equipe de atendimento for composta exclusivamente por profissionais mulheres, a paciente continuará tendo direito ao acompanhante.
Regras especiais para centros cirúrgicos e UTIs
O projeto de Alex Rodrigues também prevê exceções em áreas críticas, como centros cirúrgicos e unidades de terapia intensiva. Nesses casos, e apenas quando houver justificativa técnica relacionada à segurança, o acompanhante deverá ser obrigatoriamente um profissional de saúde. A suspensão temporária da presença do acompanhante só poderá ocorrer se houver interferência negativa no trabalho da equipe médica.
A proposta estabelece ainda que a paciente deve ser informada previamente sobre o direito ao acompanhamento. Se isso não ocorrer, ela poderá remarcar o procedimento sem prejuízo. Em casos que envolvam sedação ou exposição do corpo, será obrigatório um termo declarando que a paciente tomou ciência dessa garantia.
O vereador também incluiu na proposta a autorização para que o Poder Executivo crie comissões de acompanhamento e fiscalização, responsáveis por monitorar o cumprimento da lei e levantar estatísticas sobre sua efetividade.
Na justificativa do projeto, Alex Rodrigues ressalta que a violência sexual no ambiente hospitalar, embora pouco discutida, é uma realidade preocupante. Situações de anestesia, sedação ou incapacidade momentânea de defesa colocam mulheres em posição de extrema vulnerabilidade, o que exige ações concretas do poder público para garantir segurança, dignidade e proteção.
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