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Homem se irrita com atraso de voo e depreda guichê da Gol em aeroporto de VG

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Um homem de 33 anos foi preso após causar quebradeira em guichê de embarque da empresa Gol Linhas Aéreas, dentro do aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande. O fato aconteceu por volta das 7h desta quarta-feira (15).  

Segundo o registro da ocorrência, a guarnição da Polícia Militar foi solicitada a comparecer até as dependências do aeroporto Marechal Rondon, onde, segundo informações, havia dois homens depredando o guichê da empresa Gol linhas aéreas.

Quando os militares chegaram no aeroporto, encontraram o referido guichê com vários objetos quebrados, sendo computador, porta de vidro e vários outros materiais. 

Em conversa com os acusados, ele relatou que teria se exaltado pelo fato de que o voo de sua esposa, que está em Manaus, havia sido cancelado por diversas vezes. Ele disse que ficou nervoso pelo fato de não ter respostas precisas por parte da companhia, bem pelo fato da esposa não receber suporte por parte da empresa. Diante disso, ele e um amigo passaram a depredar o guichê, quebrando a porta de vidro, computadores e outros objetos.  

Leia Também:  Gabriel teve seu mandato cassado no dia 18 de agosto, após uma votação no plenário da Câmara, por quebra de decoro parlamentar. Várias acusações foram feitas contra: assédio sexual, moral e tentativa de estupro. Gabriel Monteiro também foi acusado de intimidações, agressões e de cometer crimes contra menores de idade. Nas denúncias analisadas pela Câmara, constam quatro acusações de mulheres que dizem ter sido estupradas. Ao menos três delas afirmaram que as relações começaram de forma consentida e passaram para uma situação de violência. Sempre que se pronunciou, Gabriel Monteiro negou os crimes. *Estagiária sob supervisão de José Raphael Berrêdo

Após colher informações, os militares conduziram o suspeito para a Central de Flagrantes para registro de boletim de ocorrências, e demais providências.  

FOTO/ REPOST: LETICIA KATHUCIA – FOLHA MAX 

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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